Ponta Porã, Segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
28/11/2017 05h50

Leia a Coluna J.N. por João Natalício de Oliveira

A pergunta que não quer calar é: "Quem vai assumir a liderança da Kayatt na fronteira".

Divulgação (TP)
 
 

Essa coisa...

  • Esta semana eu estava almoçando num movimentado restaurante da cidade, onde me encontrei com muitos amigos e conhecidos. Até parece que estavam combinados, todos eles queriam saber minha opinião a respeito da situação política no Brasil e aqui no Estado de Mato Grosso do Sul. Todos estavam pensando quase a mesma coisa sobre a situação do Brasil.

  • Dois pecuaristas estavam preocupados com o desentendimento das autoridades de segurança, procuradoria (Ministério Público) e Judiciário. Ninguém se entende: o Ministério Público denuncia, a Polícia Federal prende e o Judiciário solta. Parece que até o destemido Juiz Sérgio Moro está baixando a bola com medo de prender o ex-presidente Lula.

  • Pior que isso: se não prenderem o Lula agora, ele se elege presidente da República novamente e prende todos eles, até alguns ministros do Supremo, adversários políticos e juízes. O PT, por exemplo, só fala nisso.

Na verdade todo mundo só quer aparecer nos holofotes da Globo e da mídia em geral e não leva nada sério. A opinião é quase unânime: será que não vai aparecer ninguém para dar um jeito nessa coisa chamado Brasil?

Eles estão chegando

  • Semana passada eu conversei com dois advogados com um misto de revolta e desilusão com a situação do País e o que poderá vir por aí. Embora eles esperem por mudanças, mas estão com um pé atrás com um possível Governo com Jair Bolsonaro no comando. Um advogado com sangue árabe admite que uma intervenção militar não seria a solução ideal, mas ele acha que é isso que vai acontecer e não deverá demorar muito. Faz tempo que estou alertando: a milicagem está chegando e vem com tudo para colocar ordem nessa casa desarrumada.

O Substituto

  • Ao assumir o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, o agora ex-deputado Flávio Kayatt deixou uma pergunta no ar: quem irá substituí-lo na condução da chefia política da fronteira? Para mim só o tempo dirá qual o político ou quais os políticos deverão brigar por essa liderança que ultimamente sempre esteve nas mãos do então deputado Flávio Kayatt.

  • Será que esse grande líder político da fronteira sairia de alguns desses pré-candidatos a deputado como, por exemplo, o tucano Rony Lino, o peemedebista Farid Afif, o petebista Agnaldo Miudinho, o brizolista Ludimar Novais, o governista Marcelino Nunes, o franciscano Otaviano Cardoso ou o kaiatista Puka? Tudo pode acontecer.

Novo nome

  • Sexta-feira passada, depois de muito tempo, eu me encontrei com o ex-deputado José Carlos Monteiro e em poucas palavras do glorioso Monteirinho eu senti que ele pode ser o cara que deverá tentar assumir a liderança política na fronteira no lugar de Flávio Kayatt.

Inclusive José Carlos Monteiro já foi deputado junto com Kayatt na mesma legislatura tendo o agora conselheiro como adversário político. Vamos aguardar os acontecimentos.

  • Ainda não conversei com o glorioso Bilo a respeito do projeto político do ex-deputado José Carlos Monteiro. O Bilo sabe tudo sobre o Monteirinho e o que ele disser é aquilo mesmo. Acredito que o dito-cujo não deverá informar que o Zé avalia a possibilidade de ser candidato a governador.

Contra e a favor

  • Domingo passado ouvi muito sobre política no churrascaço do Rotary Fronteira na sede da Casa da Amizade. Muita gente querendo saber se esse papo de que o governador Reinaldo Azambuja corre risco de ser preso pela Lava Jato teria sentido. Outros querendo debater se o Presidente Michel Temer vai conseguir aprovar as reformas ou se o Brasil de fato poderá voltar para o comando dos militares, inclusive alguns com churrascos de fraldão nas sacolas e cercados de mandioca por todos os lados, que são Bolsonaro dos pés a cabeça.

  • Também apareceram por lá dois vereadores tucanos mais faceiros do que lambari de lagoa: o secretário do Legislativo, Candinho Gabínio e a líder do prefeito, Anny Espínola.

Na conversa amistosa com ambos, fiquei sabendo quem será o próximo presidente da Câmara de Vereadores em substituição ao voluntarioso Otaviano Cardoso, também tucano, candidatíssimo a deputado estadual. Lá também eu fiquei sabendo que o peemedebista Chico Gimenez não deverá disputar a eleição do ano que vem.

Coringão

  • Não acredito que o resultado da partida entre Corinthians e Flamengo já estava combinada para beneficiar o rubro-negro carioca no G-7. Os corintianos perderam feio porque ainda estavam de ressaca das comemorações pela conquista do Brasileirão de maneira antecipada.

Tanto assim que muitos titulares ficaram no banco de reservas porque ainda estavam borrachos. Bem feito. Tomara que o Timão e a torcida da Gaviões da Fiel já estejam todos sóbrios na partida para recebimento do troféu de campeão do Brasileirão.

J. N. Oliveira

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