Ponta Porã, Segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
04/03/2017 05h50

Índios: Ideologia política, tráfico de drogas e abandono - José Alberto Vasconcellos

A outra parcela dos índios, está carente até do pouco que desfrutava ao tempo do SPI.

Divulgação (TP)
 
 

Há no Brasil, um interesse suspeito em manter os índios confinados nas reservas, contra a vontade de muitos deles. O problema ora exposto, não se relaciona com as etnias indígenas e tampouco com os índios que trabalham ou que vivem fora do confinamento tribal; o assunto que nos interessa relaciona-se com o índio ainda no estado de vida natural: analfabeto, sem profissão e sem os recursos naturais que possam dar-lhe, pela caça e pela extração na floresta, a subsistência própria e da sua família.

O verdadeiro e simplório índio, encontra-se na mais negra miséria, acuado num amontoado dentro da reserva, sem espaço para fazer seu roçado e nenhuma condição de sobrevivência, tendo de pedir comida de porta em porta na cidade; também não pode abrir a boca para reclamar, sem correr o risco de sofrer algum tipo de violência.

Reconhecendo como os mais fracos, os índios da etnia Kaiwa, lembremos que longe vai o tempo, em que tinham orgulho de ser caçadores. Hoje despojados, desnutridos e mergulhados na miséria, sem futuro e sem esperança, assistem o nascimento do Sol, porque o Sol nasce para todos, inclusive para eles! Também é passado o tempo em que vinham à cidade vender mandioca, milho verde, palmito e outras coisas que produziam ou extraiam da natureza. Atualmente as mulheres indígenas é que vêm à cidade, envergonhadas e acanhadas, acompanhadas da prole, para pedir comida.

A reserva Guarani-Kaiwa em Dourados, que leva o nome de "Jaguá-Piru" (Cachorro Magro), teve sua população aumentada com a vinda de uma legião de Terenas, originários de reserva própria em Miranda. Mais espertos que os nativos locais, os Terenas ocuparam considerável espaço da reserva, eliminando os meios de subsistência dos Guaranis e dos Kaiwas.

Passados os tempos do SPI (Serviço de Proteção aos Índios), e a pomposa criação da FUNAI (Fundação Nacional do Índio), que veio para "cuidar e apoiar os índios", mas a única realização dela, foi estabelecer dois tipos de índios: uma parcela, é constituída por um ajuntamento de renegados, comandados pela ideologia esquerdista do PT. Recebem ajuda financeira e transporte para inúmeras atividades ilegais, tais como: fechar rodovias, invadir propriedades rurais, negando vigência a dispositivos incontestáveis da Constituição federal de 1988, nos Art. 5º "caput" e incisos XXII, XXIV; Art. 170º "caput" e inciso II, que protegem a propriedade privada, esteio do regime democrático, adotado pela República Federativa do Brasil.

A outra parcela dos índios, está carente até do pouco que desfrutava ao tempo do SPI. Não tem voz, está acuada num pequeno espaço sem condições para sustentar a própria família. Os órgãos federais que deveriam protegê-los e prepará-los para a emancipação, como eles próprios sonham e desejam, não cumprem a função constitucional. Na reserva e sob os cuidados da FUNAI, apenas "desfrutam" da falta de comida, de assistência médica e educacional e de segurança para dormir em paz. A reserva "Jaguá-Piru) transformou-se num ninho de traficantes de drogas, assassinos e esconderijo para meliantes que fogem da polícia. É o que noticia a imprensa!

A ideologia esquerdista, movida pela cobiça e pela fome dos recursos públicos, mentora da política indígenista que testemunhamos, deixa os índios na indigência, abandonados, enquanto favorece um exército de renegados, para incomodar o meio rural, fechando estradas, invadindo fazendas, matando animais e destruindo todas as benfeitorias, inclusive a casa do proprietário, que precisa fugir com sua família, para esquivar-se da violência.

Observe, a propósito de "reservas indígenas", que a tal "Aldeia Bororo" que afirmam existir em Dourados, só existe mesmo é na cabeça daqueles que não sabem, que essa "Aldeia Bororo" fica em Rondonópolis, Mato Grosso.

Nesse meio de tempo, a Câmara dos Deputados que representa o povo, com o tradicional apetite canino, come o dinheiro dos impostos enquanto busca proteger-se da ‘LAVA-JATO’. Agem como as galinhas, protegendo seus filhotes sem ocupação, que chegam aos milhares e ajudam a consumir o dinheiro destinado à saúde, à educação e à segurança do povo, que dizem representar.

O comunismo sanguinário, que definimos com eufemismo como sendo esquerda festiva, explica sua conturbada existência, com a lógica a que chegou a Chanceler britânica, Margaret Thatcher: "O comunismo existe, enquanto houver dinheiro." (sic)

01-03-2017 (4558) Membro da Academia Douradense de Letras.

(josealbertovasco@yahoo.com.br).

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