Ponta Porã, Segunda-feira, 23 de abril de 2018
16/09/2017 05h50

Os campos promoverão o renascimento das cidades (Franklin Delano Roosevelt) José Alberto Vasconcellos

É um dos presidentes mais populares dos Estados Unidos.

Divulgação (TP)
 
 

O presidente americano Franklin Delano Roosevelt (1882-1945), analisado por acadêmicos e historiadores, é tido como um dos três grandes presidentes da história americana, junto com Abraham Lincoln e George Washington. É um dos presidentes mais populares dos Estados Unidos. Faleceu três meses antes de começar seu quarto mandato. 32º Presidente dos Estados Unidos, governou o país no período de 4 de março de 1933 a l2 de abril de l945.

Presidente que ficou mais tempo no cargo e tornou-se também uma figura central nos eventos históricos mundiais da metade do século XX, liderando os Estados Unidos durante a grande depressão econômica e a Segunda Guerra Mundial. Encabeçou um programa de ajuda, recuperação e reforma econômica-social, conhecido como New Deal. Criou vários programas para apoiar desempregados e fazendeiros.

Um dia após o ataque japonês contra a base aeronaval de Pearl Harbor, em 7 de dezembro de 1941, Roosevelt exortou o Congresso dos Estados Unidos a declarar guerra contra o Japão. Supervisionou o chamado Projeto Manhattan, que desenvolveu a primeira bomba atômica nuclear da história, a qual, depois da sua morte, foi utilizada pelo presidente sucessor, Harry S. Truman empossado em 1945, em Hiroshima e Nagasaki, durante a guerra com os nipônicos.

O relato aqui feito — compilado do Google — tem a finalidade de fazer conhecido o presidente americano, Franklin Delano Roosevelt, que faleceu no limiar da sua posse para cumprir o seu quarto mandato, como presidente dos Estados Unidos da América. Foi o presidente que mais tempo habitou a Casa Branca (White House), inaugurada no ano de 1800, em Washington

Esse presidente americano, um dia disse: "se os campos morrerem, também as cidades morrerão; mas restando os campos, as cidades renascerão."

Interessante o que disse aquele presidente. Analisando nos dias atuais a situação do nosso Brasil, constatamos que nas cidades impera a aflição e o desespero, pela carência de empregos, há um desolamento profundo, diante dos 13 milhões de desempregados, decorrente da crise econômica que assola o País. Muitas cidades já apresentam o estertor, que precede o último suspiro, mas, segundo afiançou o presidente Roosevelt, para os brasileiros há esperança! Nossas últimas safras (2016/2017) de soja e milho, foram recordes, bateram a marca de 240 milhões de toneladas, conforme informou a CONAB. Os nossos campos estão bem e a expansão da indústria de implementos agrícolas, fomentada pela excelente produção tem produzido empregos e impostos. Com certeza o campo vai ajudar a equilibrar a economia e injetar novo ânimo nas cidades.

Nossos campos estão gerando o oxigênio que vem faltando às cidades, cobertas com placas de "Aluga-se". Corrigidos os desmandos, eliminada a incompetência e enjaulados os ladrões do Erário, com certeza nossa economia vai, novamente, evoluir para melhorar a vida dos brasileiros e fazer renascer, no seio da Nação, a esperança que muitos já perderam.

Uma amostragem do deslavado roubo dos recursos público, foram as quatorze malas e caixas, cheias de dinheiro, encontradas e fotografadas pela Polícia Federal, no "bunker" do ex-ministro Gedel Vieira Lima, com liberdade restrita, que não usava tornozeleira, porque o Estado da Bahia — explicou a polícia — não possui recursos para comprá-las.

Enquanto esse monte de dinheiro (mais de 50 milhões de reais) estava sem uso no depósito de S.Exª, os RENAIS CRÔNICOS continuam morrendo à míngua, pela falta de assistência e medicamentos, que não são fornecidos aos pacientes por falta de dinheiro, conforme alega a prevaricação oficial.

É certo que os campos ajudarão as cidades, mas para reforçar essa ajuda, necessário será a prisão dos covardes corruptos e ladrões, que roubam até os recursos da saúde, da educação e da segurança pública.

O histórico dessa "dinastia" de políticos desonestos nasceu no seio da oligarquia rural, que em 13 de maio de 1888 perdeu a força do trabalhador escravo e vingou-se em 15 de novembro 1889, proclamando a República: extinguiu o Império e expatriou D.Pedro II, que governou o Brasil por 48 anos. Desde então, de tataravô ao tataraneto, vêm os membros dessa oligarquia sonegando impostos, consumindo com as riquezas públicas, sem nenhuma preocupação com a miséria em que vive considerável parcela do povo, que na esperança de melhoras — melhoras que lhes prometeu o PT — acreditou nas hipócritas promessas do LULA, possibilitando que esse apedeuta, amancebado com os capitalistas, pudesse provar: "que mesmo sem instrução, pode-se roubar até o último tostão! ARRE ÉGUA!

06-09-2017 (4770) Membro da Academia Douradense de Letras.

(josealbertovasco@yahoo.com.br)

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