Ponta Porã, Sábado, 20 de janeiro de 2018
18/04/2015 05h50

Quando a vaca já está voltando do brejo - José Alberto Vasconcellos.

Entendidos dizem que Dilma passou todo o poder ao PMDB, para tentar controlar o partido

Divulgação (TP)
 
 

... ALGUMA COISA TEM DE SER FEITA. A “presidenta”, sobejamente convencida, de que a vaquinha que vinha dando o leite para aplacar a fome do PT, já está no brejo; sentindo-se espremida entre o Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados; Renan Calheiros, presidente do Senado e do Congresso Nacional; e ouvindo cochichos ao pé do ouvido, do vice-presidente Michel Temer, optou por abdicar – mais por medo do que por vontade – das suas atribuições republicanas, para as quais fora eleita recentemente. Instituiu-se o “Parlamentarismo branco”. Como vem sendo definido, nos meios intelectuais da República.

Primeiro entregou a Fazenda e uma “carta branca”, para o Joaquim Levy, que buscou no Bradesco; depois passou a Educação para o Doutor em Filosofia – USP, Professor titular na USP, da Disciplina ética e filosofia política Renato Janine Ribeiro que afirmou que vai fazer o que a educação precisa; e, por último, passou ao vice-presidente da República, Michel Temer, a coordenação política do governo, para enfim, ter com quem conversar.

Entendidos dizem que Dilma passou todo o poder ao PMDB, para tentar controlar o PMDB. “Assim Temer, Renan e Cunha – todos do PMDB – disputam quem manda no “Parlamentarismo branco”, “nascido do vácuo de poder deixado por ela...” (Veja, ed. 15.04.2015).

No atual estágio da administração da República, observa-se que parte – apenas parte – dos problemas foram resolvidos. Resolveu-se a economia, a educação e a coordenação política; resta, contudo, resolver um dos mais graves problemas – O DA SEGURANÇA – considerado o fato de que as famílias estão confinadas em casa, amedrontadas pela violência, a maior parte, praticada por pivetes menores de idade, comprovadamente, sanguinários, por opção.

Quem trabalha e cuida da família, desarmado pela decisão comunista do PT (cf. Lênin, decálogo, item 10º), impossibilitado de exercer a própria e legítima defesa, vive confuso. Teme pela segurança da família, enquanto assiste o governo, transvertido, encarnando a omissão e a pouca vergonha, desfilar escoltado por bandidos, de todas as categorias e idades.

A “presidenta”, conforme restou apurado e noticiado com veemência, pela imprensa escrita, televisionada, falada e gesticulada para surdos, tem demonstrado, de forma clara e livre de reticências , ser incontestavelmente incapaz, para resolver os problemas administrativos da República, daí a “terceirização da gestão”, conforme conclusão da revista

ISTOÉ, pág. 28, ed. 15.4.2015. Safou-se, assim, do imbróglio democrático, cujas tarefas julga: pegajosas e repulsivas.

O triunvirato (Temer, Renan e Eduardo) que agora conduz os problemas republicanos do Brasil, lembra que falta ainda à “presidenta” resolver o problema da SEGURANÇA, no qual “não enfiam a mão”, por respeito à titular, que embora tenha abdicado (de gaveta) da função, quer indicar um nome do seu agrado, para demonstrar poder.

É aí – NESSA QUESTÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA – que precisamos e devemos entrar na história, para sugerir à “presidenta” ou ao “Triunvirato” – se for o caso – que para restabelecer a segurança tão cobrada pela sociedade brasileira, nomeie e outorgue “carta branca” ao CORONEL ADIB MASSAD, ao qual conferimos, sem reservas ou sofismas, “Diploma de Competência”, e o testemunho da sua longa vivência vitoriosa, no combate ao crime. Atestamos mais, que no seu tempo o bandido tinha medo da polícia!

O CEL. ADIB é um profissional de polícia, que todos conhecemos bem. Ele já deu sobejas mostras da sua capacidade e interesse na manutenção da ordem e na defesa do patrimônio dos contribuintes. Sempre dispensou tratamento adequado e na dose recomendada, aos meliantes, em tempo integral. Caso venha a ser convidado para ocupar o cargo – e se ele aceitar o convite – temos certeza, em pouco tempo sentiremos os efeitos do seu trabalho.

Na galeria dos heróis nacionais temos: o ex-ministro do S.T.F., Joaquim Barbosa, que enjaulou os “Mensaleiros”; os juizes federais: Odilon de Oliveira, que limpou a fronteira, em Ponta Porá; e Sérgio Moro que vem engaiolando o pessoal graúdo do “Petrolão”. Nós, sul-mato-grossenses, temos o Cel. PM. Adib Massad, nosso herói, que por um largo período propiciou-nos sono tranqüilo. Seu lema: “—Sempre fui mais prático, que burocrático!”

14.04.2015 (4.558) Membro da Academia Douradense de Letras.

(josealbertovasco@yahoo.com.br).

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