Ponta Porã, Quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
06/08/2014 15h10

Leia a Coluna Conjecturas com Carlos Monfort

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CONJECTURAS

OLHO NO OLHO

- Escrevemos várias vezes aqui e quem o conhece sabe que não estamos exagerando. O governador André Puccinelli gosta do “olho no olho” quando o assunto é debater algum assunto relevante. E ele não foge da raia e muito menos da briga. Agora é a hora de cobrar efetivamente melhorias para as nossas polícias Civil e Militar, cujos membros são sacrificados e injustiçados, muitas vezes, diante da falta de aparelhagem para exercer a função de levar e garantir segurança pública à população.

No episódio da onda avassaladora de assaltos em Ponta Porã, só foi o governador saber da movimentação e ele não se fez de rogado, enviando sua mensagem. Então, “olho no olho” do governador e vamos cobrar e exigir melhores condições para a Polícia Civil e Militar em Ponta Porã, fazendo valer aquele conhecidíssimo ditado popular de que “a voz do povo é a voz de Deus”.

REFORÇO NA SEGURANÇA

- O prefeito Ludimar Novais (PPS) acertou ao solicitar a presença da Força Nacional no policiamento urbano em Ponta Porã. Alguns acham que demorou demais, mas pelo menos aconteceu. Não somente reforçou a segurança, como também garantiu maior sensação de tranquilidade à população. Também temos que registrar comentários positivos sobre a abordagem que os membros da Força Nacional estão fazendo.

A gente critica quando assim exigir, mas também elogia quando for o caso.

PEREGRINAÇÃO

- Fazendo uma peregrinação matinal ontem, encontramos o ‘seo’ Joaquim Trindade, pai de um velho amigo de infância, o Antonio. Nos altos de seus 72 anos, ‘seo’ Joaquim sempre foi um homem altruísta e em que pese todas as dificuldades que enfrentou na vida com a perda prematura de dois filhos vítimas do câncer, ele não perde a esportiva, nem nos piores momentos. “É Monfort, seu Flamengo tá feio heim, vai para a segundona ano que vem”, titubeou ele antes mesmo de nos cumprimentar.

Respondi dizendo que por recomendação médica, estava expressamente proibido falar de futebol. “Também pudera, esse Flamengo mata qualquer um de desgosto”, lascou ‘seo’ Antonio, um vascaíno juramentado e cheio de esperança que seu time voltará para a primeirona.

VIGILIA

- Prestem atenção: a onda de ataques ainda não acabou. Ontem, uma senhora quase foi atacada no início da manhã na rua Presidente Vargas por um homem em moto estrangeira, sem placas e de cor verde. Na rua Baltazar Saldanha, por volta de meio dia, um casal foi atacado por dois rapazes também em moto estrangeira, cujas características não souberam nos repassar.

Então, todo cuidado ainda é pouco.

MENORES

- Como a legislação brasileira é falha em vários aspectos. No quesito, menores, um bom exemplo. Não pode expor a imagem dos vagabundos que estavam aterrorizando as famílias de Ponta Porã, sob pena dos “rigores da lei”.

Tampouco pode empregar menores de idade para um trabalho sadio e salutar. Aqui no JR, mesmo, poderíamos empregar pelo menos 10 desses adolescentes, preparando-os para o futuro. Mas não pode devido “aos rigores da lei”.

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