Ponta Porã, Segunda-feira, 23 de abril de 2018
05/01/2015 07h

2014, um bom ano, por Waldir Guerra

No lazer o ano não poderia ser mais emocionante pra mim. Nunca torci tanto pro Palmeiras como neste ano de 2014.

Divulgação (TP)
 
 

O ano vai acabando e como de costume cada um de nós olha para trás e fica relembrando as coisas boas que lhe aconteceram. Imagino que você, caro leitor, assim como eu, sente certo orgulho das boas conquistas realizadas e lhe faz bem relembrá-las – confesse, quando isso acontece, até um leve sorriso aparece no rosto da gente; não é mesmo?

Na passagem do ano – e será depois de amanhã! A gente costuma erguer os copos e brindar à saúde. Um belo costume, pois significa o quanto a saúde é importante em nossa vida.

Então, neste item me considero um felizardo porque o ano de 2014 foi tranquilo quanto à saúde. Claro, se considerar a longa viagem que já percorri, até que meus pneus e também a carroceria ainda estão em bom estado. Não tenho dúvidas: o ano foi saudável.

Na vida familiar nunca os laços entre nós foram tão estreitos e com tantos contatos diários como neste ano. Graças às redes sociais (é isso mesmo que você está pensando: WhatsApp) a família troca mensagens, fotos e vídeos o tempo todo. Uma maravilha esta comunicação instantânea. Na questão financeira o ano não foi lá tão diferente que o seu caro leitor. Teve dias em que o “superávit primário” (não se faça de desentendido que esta expressão está todo santo dia nos jornais) não estava sendo atingido, mas como você bem sabe, a gente acaba dando um jeito nas contas e vai tocando a vida. Quanto aos negócios, esses realmente acompanharam o ritmo da economia nacional. Foram assim ó: um passo pra frente e outro pra trás. Melhor; diria que meio parados. Se os seus também foram meio devagar, se conforme e ponha a barba de molho porque 2015 vai ser um “deus nos acuda”. Ou você tem alguma dúvida quanto à nossa locomotiva (governo federal) com esse jeito de conduzir a economia nacional?

No lazer o ano não poderia ser mais emocionante pra mim. Nunca torci tanto pro Palmeiras como neste ano de 2014. Aquele desespero de cai e não cai levou minha adrenalina a bater vários recordes durante meses. Se você é santista, muito obrigado pela mãozinha – por favor, disfarça o sorriso vai! Agora, se for corintiano penso que você entendeu minha situação e não venha com gracinhas. Valeu poorco!!

Este ano foi um ano de eleições e apesar de ter prometido a mim mesmo de não comentar sobre política agora, não posso deixar este assunto de fora porque sempre considerei a política partidária importante. Diria melhor: ela é fundamental para o bom convívio humano.

Pela importância que a Política tem em nossa vida foi melhor a presidente Dilma ter sido reeleita para mais quatro anos. Hoje concordo com o discurso do senador Magno Malta ao afirmar que ela mesma, e não outro, no caso Aécio Neves, precisa corrigir seus erros e, inclusive, os “malfeitos” (palavra dela) acontecidos durante, não os quatro, mas os doze anos que sempre esteve à frente deste governo. Assim, politicamente, o ano de 2014, se não foi bom para 51 milhões de brasileiros que votaram em Aécio, foi justo, sim, para todos os brasileiros.

O ano chega ao fim e confesso a você caro leitor que 2014 foi, sim, pra mim um ano muito bom.

  • Membro da Academia Douradense de Letras; foi vereador, secretário do Estado e deputado federal. E-mail: wguerra@terra.com.br

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