Ponta Porã, Quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
07/12/2017 13h20

Cirurgia plástica pede especialista, alerta Paulo Hypacio

No dia do cirurgião plástico, médico alerta para a necessidade de especialista para a realização de procedimentos cirúrgicos

Divulgação: Dora Nunes
 
 

O dia 7 de dezembro é o dia escolhido para homenagear os cirurgiões plásticos de todo país. Entretanto, o dia também serve como um alerta para a necessidade de pesquisar sobre o profissional que fará a cirurgia. No Brasil, existem muitos casos de pessoas que realizam procedimentos sem estarem habilitados, gerando resultados insatisfatórios que podem causar danos irreparáveis, tanto para a estética, quanto para a saúde.

Dr. Paulo Hypacio, especialista em cirurgia plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e membro da Associação Médica Brasileira, lembra que a pessoa que deseja passar por qualquer tipo de procedimento relacionado à cirurgia plástica deve pesquisar o nome do especialista no portal da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica www.cirurgiaplastica.org.br, para ter certeza que o profissional está autorizado a realizar a cirurgia.

"O paciente também pode consultar no site do Conselho Federal de Medicina, portal.cfm.org.br. É muito importante que o médico esteja registrado, já que os cirurgiões plásticos precisam seguir um conjunto de normas e condutas para manter o título de especialista", destaca o cirurgião.

Para um médico obter o cadastro pela Sociedade, ele precisa de 11 anos de muito estudo, sendo 6 de formação acadêmica, 2 em cirurgia geral e mais 3 anos com residência em cirurgia plástica. Depois disso, ainda é necessário realizar exames escritos, orais e avaliação curricular para ter o título de especialista e assim receber o certificado pela SBCP.

"No mundo todo, profissionais sem a devida formação técnica vem se aproveitando da expansão no mercado da beleza para se inserirem nesse segmento. Buscando lucro fácil, tais profissionais colocam a segurança dos pacientes em risco, realizando procedimentos nos quais não se encontram aptos para realizarem", revelou Paulo Hypacio.

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