Ponta Porã, Sexta-feira, 19 de janeiro de 2018
19/12/2017 14h20

Momento econômico favorece investimento

A pesquisa, que ouviu líderes de 750 empresas com atuação no Brasil, projeta um crescimento médio de 19% nas receitas líquidas dessas companhias para o próximo ano.

Divulgação: Dora Nunes
 
 

O cenário para médias e grandes empresas é de crescimento em 2018. É o que aponta o estudo "Agenda 2018", feito pela Deloitte, uma das quatro maiores empresas globais de auditoria. A pesquisa, que ouviu líderes de 750 empresas com atuação no Brasil, projeta um crescimento médio de 19% nas receitas líquidas dessas companhias para o próximo ano.

De acordo com a pesquisa, mais da metade das empresas disseram que vão lançar novos produtos e serviços, e uma grande parte pretende contratar mais funcionários. Além disso, 13,2% é, em média, a margem de lucro esperada para 2018.

Para Fabiano Pinheiro, diretor do Instituto Você Melhor, independente dos apontamentos dos especialistas para o cenário favorável, investir na capacitação da equipe de colaboradores ainda é a melhor opção. "Não podemos esquecer de quem está diante do nosso cliente, é ele quem representa a empresa naquele momento. Se é mal atendido, mesmo que de forma excepcional, a empresa será vista da forma como foi apresentada", disse Fabiano.

No que se refere às empresas nordestinas, a pesquisa aponta um ambiente de otimismo um pouco melhor em relação às empresas dos outros estados brasileiros. Representantes da região estimam que vão ter, em 2018, um crescimento de receita líquida de 23%, em relação a 2017, quatro pontos percentuais acima da média geral das demais regiões do Brasil, de 19%.

Para que se concretize todo esse favorecimento econômico, Fabiano Pinheiro lembra que o principal fator para que uma empresa conquiste a alavancagem do seu negócio, é assumir seu protagonismo no processo de captação de clientes, para isso, ele diz que é preciso criar um planejamento das ações que mais vão impactar seus negócios. Por isso se faz tão necessário estudar e entender seu público-alvo.

Segundo Fabiano, aí se encontra a necessidade real de haver a capacitação dos colaboradores. "Se o funcionário conhece o público-alvo, ele assume o protagonismo da negociação e apresenta razões convictas para a venda, além de gerar valor e diferenciá-la do preço. Dessa forma, todos os elementos estarão interligados e o colaborador oferecerá algo realmente importante e necessário ao consumidor, e a imagem da empresa estará sendo preservada", concluiu Fabiano Pinheiro.

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