Ponta Porã, Segunda-feira, 23 de abril de 2018
27/07/2017 17h

Ponta Porã lembra Dia de Combate a Hepatites Virais

Secretaria de Saúde desenvolve atividades e postos de saúde intensificam exames

Divulgação
 
 
Prefeito Hélio Peluffo oficializou campanha de conscientização (Foto Lécio Aguilera) 
 
Prefeito Hélio Peluffo oficializou campanha de conscientização (Foto Lécio Aguilera)

A Prefeitura de Ponta Porã, através da Secretaria de Saúde, desenvolve ações em todas as unidades de saúde para reforçar o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais, celebrado neste 28 de julho. Ontem, o secretário de Saúde, Dr. Patrick Derzi, o coordenador do Serviço Ambulatorial Especializado, Alberto Jung Wider e servidores da pasta, estiveram apresentando e entregaram ao prefeito Hélio Peluffo a camiseta marcando a realização da campanha.

O trabalho desenvolvido pela secretaria de saúde é contínuo na divulgação das medidas preventivas contra as hepatites virais. Hoje, todas as unidades de saúde realizam testes rápidos.

Neste sábado, a secretaria de Saúde estará participando de atividade do programa Vale Renda em Ponta Porã, onde uma equipe fará campanha de conscientização no combate às hepatites.

A partir de iniciativa e propostas brasileiras, a Organização Mundial de Saúde (OMS), durante Assembleia Mundial da Saúde realizada em maio de 2010, instituiu a data de 28 de julho como o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais. Desde então, o Ministério da Saúde, por meio do seu Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais da Secretaria de Vigilância em Saúde, vem cumprindo uma série de metas e ações integradas de prevenção e controle nos níveis de gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) para o enfrentamento das hepatites virais no Brasil.

Prevenção - Existem várias medidas que podem evitar a transmissão das hepatites virais: usar preservativo em todas as relações sexuais; exigir materiais esterilizados ou descartáveis em estúdios de tatuagem e de piercings; não compartilhar instrumentos de manicure e pedicure; não usar lâminas de barbear ou de depilar de outras pessoas; não compartilhar agulhas, seringas e equipamentos para drogas inaladas e pipadas, como o crack.

Vacinação

A vacina contra a hepatite B deve ser recomendada para jovens até 29 anos, para as populações vulneráveis* (em especial, profissionais do sexo, homens que fazem sexo com homens e usuários de drogas) e para profissionais de saúde. É um direito e é a melhor forma de evitar a hepatite B. Essa vacina faz parte do calendário de vacinação da criança e do adolescente e está disponível em todas as salas de vacina do Sistema Único de Saúde (SUS) – cerca de 32 mil, no total.

Todo recém-nascido deve receber a primeira dose logo após o nascimento, preferencialmente nas primeiras 12 horas de vida. Se a gestante tiver hepatite B, o recém-nascido deverá receber, além da vacina, a imunoglobulina contra a hepatite B, nas primeiras 12 horas de vida, para evitar a transmissão de mãe para filho. Caso não tenha sido possível iniciar o esquema vacinal na unidade neonatal, recomenda-se a vacinação na primeira visita à unidade pública de saúde. A vacina está disponível no SUS desde 1998.

A oferta dessa vacina estende-se, também, a outros grupos em situações de maior vulnerabilidade, independentemente da faixa etária.

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