Ponta Porã, Segunda-feira, 23 de abril de 2018
28/11/2017 06h20

Presidente da Assembleia tenta negociar com servidores, que fazem vigília

Deputados propuseram manter 11% para quem ganha até R$ 5,5 mil e passar para 14% para quem ganha acima disso, mas não houve aceitação.

G1 MS
 
 
Manifestantes prometem fazer vigília em MS até a sessão de terça-feira, quando será votado projeto de reforma da Previdência (Foto: Jeferson Ageitos/TV Morena) Manifestantes prometem fazer vigília em MS até a sessão de terça-feira, quando será votado projeto de reforma da Previdência (Foto: Jeferson Ageitos/TV Morena)

Um grupo de servidores estaduais está fazendo vigília no saguão da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, onde está pautada para sessão de terça-feira (28) a votação da reforma da Previdência estadual. O presidente da Casa, deputado Júnior Mochi (PMDB), tentou negociar com os manifestantes, mas ainda não chegaram a um acordo.

Os deputados propuseram 11% para quem ganha até R$ 5.531 – teto da previdência – e passar de 11% para 14% para quem ganha acima disso. Os trabalhadores não aceitaram aumentar o percentual.

Mochi disse que deve se reunir ainda nesta segunda-feira (27) com o governo para negociar a proposta.

A segurança na Casa de Leis já foi reforçada e a frente foram colocadas grades para controlar o movimento do público na sessão. Os sindicalistas fizeram um documento pedindo que todos que queiram acompanhar a votação sejam recebidos na Assembleia. Eles conseguiram a garantia do presidente para conversar com a segurança.

 
Representantes de servidores públicos invadiram o plenário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul para impedir 2ª votação do projeto (Foto: ALMS/Divulgação) Representantes de servidores públicos invadiram o plenário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul para impedir 2ª votação do projeto (Foto: ALMS/Divulgação)

Ocupação

Na sessão de quinta-feira (23), quando estava prevista a segunda votação do projeto de reforma da previdência, os manifestantes ocuparam o plenário e o presidente suspendeu a sessão que logo foi encerrada. A votação foi adiada para a sessão desta terça-feira (28).

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