Ponta Porã, Terça-feira, 16 de janeiro de 2018
02/10/2017 07h20

Fernanda Lima rebate críticas por mudança para os EUA

Atriz está morando nos Estados Unidos com o marido e os filhos

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Fernanda Lima rebateu internauta após crítica por mudança para os Estados Unidos
Foto: AGNews / PurePeople Fernanda Lima rebateu internauta após crítica por mudança para os Estados Unidos
Foto: AGNews / PurePeople

Depois de se mudar para os Estados Unidos com o marido, Rodrigo Hilbert, e os dois filhos, os gêmeos João e Francisco, de 9 anos, Fernanda Lima está sendo bombardeada de críticas em suas redes sociais. Nem mesmo o perfil no Instagram do companheiro - que aprova os memes com rótulo de "homão" - ficou imune aos comentários negativos. "Ué!? Para o país do Trump?? Alguém avisa a Fernanda Lima que o país dos sonhos que ela defende é na Venezuela", escreveu uma internauta, acompanhado da hashtag "Viva a hipocrisia", se direcionando à apresentadora.

'No país dos sonhos meus filhos podem andar sem medo', diz

Apesar de não ter rebatido os comentários em sua própria conta na rede social, Fernanda Lima, apoiada por Tiago Abravanel em polêmica com o avô, Silvio Santos, fez questão de responder a declaração da internauta. "O país dos sonhos que eu defendo é aquele em que meus filhos podem ir de metrô para a escola, que podem andar sem medo pelas ruas, que podem se expressar livremente e que possam ter acesso à informação profunda e de qualidade para não falarem abobrinhas por aí. Um bom dia para você também", declarou. Na sequência, o mesmo perfil na rede social voltou a comentar: "Eu também luto por um país assim, só que morando aqui no Brasil".

Fernanda Lima responde comentários machistas de Silvio Santos

Em agosto deste ano, Fernanda Lima respondeu Silvio Santos depois de o veterano afirmar que a apresentadora era "muito magra" e que não tinha "amor nem sexo" , em referência ao programa "Amor & Sexo ", comandado por ela. "Pessoalmente, ser chamada de magra, ou mesmo ser objetificada com frases do tipo 'se ela não souber fazer amor e sexo, eu vou ensinar ela', me parece um absurdo, mas não me oprime a ponto de me fazer sair do conforto do meu silêncio para pedir respeito. Sei quem sou, gosto do meu corpo e escolho com quem faço amor e sexo. No entanto, politicamente, como uma comunicadora, venho aprendendo que o mundo mudou e não cabe mais rir do oprimido, mas sim do opressor. Ter privilégios também implica ter responsabilidades. De que adiante dar visibilidade às minorias para zombar da cara delas?".

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