Ponta Porã, Segunda-feira, 25 de setembro de 2017
19/05/2017 09h40

Charlie Hunnam fala de maldição de 'Rei Arthur' e critica críticos: 'Vivem uma vida patética e rasa'

'Rei Arthur - A Lenda da Espada' chegou aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (18) após ser fracasso de bilheteria nos EUA.

G1
 
 
Charlie Hunnam em cena de 'Rei Arthur: A Lenda da Espada' (Foto: Divulgação) Charlie Hunnam em cena de 'Rei Arthur: A Lenda da Espada' (Foto: Divulgação)

A bilheteria abaixo das expectativas de "Rei Arthur - A lenda da espada" nos EUA e o desempenho ruim de outras versões da lenda britânica deixaram no ar algumas perguntas. A famosa espada Excalibur será sempre sinômino de fracassos nos cinemas? Existe uma maldição?

"Pode ser", responde Humman, em entrevista ao G1 (veja no vídeo acima). "Além disso, a versão do John Boorman de 1981 não foi tão bem... Mas acabou virando cult. A bilheteria nos EUA não está como gostaríamos, mas a resposta de quem viu tem sido muito, muito, muito positiva".

Rei Arthur - A Lenda da Espada" chegou aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (18), após alguns atrasos na estreia e mudanças no projeto. "O resultado final ficou muito, muito diferente do roteiro original", conta o ator. "A primeira versão do filme tinha sete horas de duração. Ninguém ficaria feliz com um filme de sete horas. No processo de resumir tanto, Guy foi muito criativo".

Hunnam está falando de Guy Ritchie, diretor inglês conhecido por filmes como os dois "Sherlock Holmes". Ao elogiar Humman, o cineasta havia dito ao G1 que escolheu o ator por ele não ter cara de "mocinho chato".

Não tem mesmo. Hunnam tem 37 anos e ficou mais conhecido pelo papel de Jackson 'Jax' Teller na série "Sons of Anarchy" (2008-2014). O currículo do britânico tem ainda filmes como "Hooligans" (2005) e "Círculo de Fogo" (2013).

Ao ser perguntado se tem um plano de carreira, intercalando franquias e outros filmes menores, que às vezes agradam mais crítica do que público, o ator muda um pouco de tom. "Nem sei dizer o quão pouco me importo em agradar os críticos", resume ele, rindo de forma debochada.

Citando discurso do presidente Theodore Roosevelt (1858-1919), ele vai além:

"Você não se importa com aquelas frias e tímidas almas que estão no camarote... Parados lá, só assistindo, porque eles nunca saberão o que é fracassar ou ter sucesso. Eles só vivem uma vida patética e rasa, só observando".

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