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Coluna JN do Jornal de Notícias

12/11/2018 15h20 - DN

 

REBOLIÇO

  • Anúncio da ida do Juiz Sérgio Moro para o Ministério da Justiça do Governo de Jair Bolsonaro, com amplos poderes para deitar e rolar contra a corrupção, violência e todo tipo de falcatruas, provocou um verdadeiro reboliço nas hastes esquerdistas e na pelegada que recebia favores e privilégios dos governos petistas.

  • Os sindicatos, por exemplo (CUT e dependentes), além dos artistas beneficiados pela famosa Lei Rouanet, onde rolava dinheiro de todos os lados e não dividiam com ninguém, a não ser com os envolvidos na trama, estão desesperados e já colocando as barbas de molho temendo alguma investigação rigorosa.

  • Nesse sentido a rapaziada e adjacências podem ficar tranquilos e sossegados que essa temida investigação mais cedo ou mais tarde virá com força total. É como dizia o saudoso João Barriga, ex-prefeito de Antônio João: "Não tem balanga beiço nem coré-coré", mas esse Sérgio Moro com o apoio do novo Presidente da República vai fazer história mandando muita gente buena para a cadeia.

CULPA NO CARTÓRIO

  • Por outro lado, o brasileiro que não tiver culpa no cartório não terá nada o que temer. Só aplaudir, dar boas gargalhadas e aguardar o desenrolar dos acontecimentos que virão nos primeiros meses do Ano Novo. Se é verdade que o novo Presidente do Brasil, o glorioso Jair Bolsonaro, agora com o reforço do temido Sérgio Moro, veio para acabar com tudo o que estiver errado neste País, significa que ele está com planos de permanecer pelo menos 10 anos no poder.

  • O meu amigo empresário e pecuarista Aureovaldo do Amaral garante que é isso mesmo que vai acontecer. Já o meu outro amigo Leonelson da Gama jura de pés juntos que daqui quatro anos o PT estará de volta no comando do país, mas não será com o Haddad. Acho que sua esperança é o Lula deixar a cadeia rapidão. Está aí a sugestão para uma boa aposta a longo prazo.

O JEITO É ESPERAR

  • Deixando de lado o papo bolsonariano, agora vamos falar da cacetada eleitoral do juiz aposentado Odilon de Oliveira cujo partido, o PDT, tinha como certa a vitória nas urnas contra o esperto Reinaldo Azambuja. Tanto isso é verdade que aqui em Ponta Porã, por exemplo, já tinha gente brigando por cargo no futuro governo de Odilon de Oliveira que agora também terão que esperar mais quatro anos, mas sem a companhia do MDB que pelo jeito deu azar para os pedetistas no segundo turno da eleição de 2018.

  • Consolo para todos os que perderam é que quatro anos passa rápido, quando eles poderão voltar a sonhar com bons cargos no Governo do Estado. Mas eu tenho a impressão que em 2022 o juiz Odilon não será mais candidato ao Governo. Seu sonho de consumo é ser Senador da República.

UMA VAGA

  • O detalhe é que na eleição de 2022 estará em disputa apenas uma vaga para o Senado. Tudo indica que estarão disputando essa vaga somente bitolas largas da política estadual, como Simone Tebet, Moka, Delcídio Amaral e outros cueras do PSDB e do partido do Bolsonaro. O Zeca do PT está fora dessa porque seguramente ele deverá disputar o Governo de Mato Grosso do Sul.

  • Antes disso, porém, em 2020, haverá o pleito eleitoral municipal para eleger prefeitos e vereadores. Aqui em Ponta Porã, por exemplo, o prefeito Hélio Peluffo já deve começar a jogar pesado para alavancar o seu projeto da reeleição. E no seu caminho deverão estar nomes como Caio Augusto, Brunoí, Daniel Marques, Ronaldo Franco, Raquel Portioli e outros sonhadores.

  • O vereador Rony Lino não deverá disputar a Prefeitura em respeito ao chefe; Otaviano Cardoso ainda está pensando no assunto e a vereadora Any Espinola talvez vá para a disputa se deixar o PSDB assim como os outros políticos tucanos. Segundo consta, o prefeito Helinho deverá disputar a reeleição com outro vice, um dito-cujo que pode substituí-lo no cargo com igualdade de condições, pois o projeto político do chefe do Executivo de Ponta Porã é elevado e envolvendo um esquemão de tirar o chapéu.

QUERER DEMAIS

  • Os corintianos agora estão apelando para o Presidente eleito Jair Bolsonaro assumir imediatamente a Presidência do Corinthians para tirar o Timão do buraco. Não vai ser fácil. Tirar o Brasil do buraco o Bolsonaro já sabe como fazer, mas o Coringão é obra para o futuro ministro da Justiça, em parceria com o Supremo e a Procuradoria Geral da República.

J. N. Oliveira

jndeoliveira@jnnoticiaspp.com.br

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