27/06/2015 07h10

Criança indígena morre por desnutrição por José Alberto Vasconcellos

O PARADOXO nesse cenário: com tantos e tão poderosos defensores , os índios deveriam ser as criaturas mais bem cuidadas do pais, todavia várias etnias indígenas definham pela carência de tudo E AS CRIANÇAS MORREM DE FOME!

Divulgação (TP)
 
 

A notícia de que uma criança indígena (Kaiwa), com a idade de um ano e um mês, pesando 4 quilos e 900 gramas, morrera de fome no Hospital Regional de Amambaí, choca! A notícia veio estampada neste jornal “O Progresso”, ed. 25.05.2015.

No corpo da reportagem: “Para o Conselho local de saúde, houve negligência por parte da família e por parte da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai). Conforme os membros do Conselho, as equipes de Saúde deveriam ter detectado a “doença do menino” e tomado providências...” (aspas em “doença do menino” nossas). Falta de alimentação não é “doença”, contudo pode ser classificada como falta de vergonha e carência de responsabilidade materna.

No mundo são mais de 100 mil ONG´s (Organizações não governamentais), a maioria estrangeiras, associadas a dois organismos ligados à Igreja Católica: o Cimi (CONSELHO INDIGENISTA MISSIONÁRIO) e a CPT (COMISSÃO PASTORAL DA TERRA), cujas finalidades seria patrocinar as causas indígenas.

Temos ainda a FUNAI, a FUNASA e o SESAI além de outros órgãos públicos, igrejas evangélicas com suas missões, como exemplo a Missão Evangélica Kaiwa, em Dourados na reserva Jaguá-piru (Cachorro magro); a maior parte dessas instituições sustentada pelos impostos recolhidos para o governo, enquanto sua militância esquerdista fanática, manipula lideranças indígenas, propala a importância da preservação da cultura indígena e tira as vantagens que deseja.

O PARADOXO nesse cenário: com tantos e tão poderosos defensores , os índios deveriam ser as criaturas mais bem cuidadas do pais, todavia várias etnias indígenas definham pela carência de tudo E AS CRIANÇAS MORREM DE FOME!

O índio, nos dias atuais, busca a independência do sistema tribal; quer profissionalizar-se, encontrar um emprego, estudar e mergulhar na modernidade.” Foi o que disse o nosso Deputado Geraldo Resende, em entrevista recente. Qualquer “cara-pálida” que trabalha e paga impostos, percebe sem ser vidente, que as reservas estão tomadas por castas de índios “sabidos”, que usam e abusam de todas as facilidades que o governo concede-lhes, por interesses eleitoreiros.

Parte da população indígena ainda vive mergulhada numa ingenuidade cultivada e incentivada, à qual – e para mantê-la – dão-lhe o nome de cultura indígena. Essa deliberada ação barra a evolução de considerável parcela de seres humanos catalogados como indígenas, mantendo-os na mais negra indigência, enquanto favorece e manipula uma parcela reduzida de espertos.

Vemos em fotos publicadas na imprensa, índios bem nutridos, barrigudos, usando cocares iguais aos dos índios americanos, que recebem transporte, alimentação e diárias para encenarem seus demagógicos movimentos, orquestrados por militantes marxistas que não se mostram. Por outro lado, encontramos na feira livre, nos finais de semana, algumas mães indígenas com seus filhos: crianças subnutridas, com as pernas da grossura de um dedo, procurando restos de comida.

Não há interesse ou patrocínio que busque minorar o estado de miserabilidade desses índios, impedidos até de abrir a boca dentro das reservas, sob pena de sofrer sérias conseqüências. Eles e suas famílias “comem a mandioca que o diabo prometeu cultivar!”

No o seio da reportagem enfocada, verbis: “...a comunidade indígena de Amambaí, formada por 13 mil índios, protestou contra o que eles chamam de “sucatamento” do pólo regional da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), com sede em Amambai. Além da falta de medicamentos, os indígenas denunciaram que profissionais de saúde trabalham com equipamentos obsoletos, e o transporte de pacientes é feito em ambulâncias que são verdadeiras sucatas.”

“É o segundo filho desse casal que morre por desnutrição (...)” Continua a reportagem: “Em 2007 CENTENAS DE CRIANÇAS INDÍGENAS MORRERAM POR DESNUTRIÇÃO NAS ALDEIAS DE MS.” (op. cit., destaques nossos).

Já vai longe o tempo em que a sobrevivência do índio estava escorada no extrativismo e na caça. As matas já não existem mais e as caças estão extintas. Então? Órgãos para solucionar o impasse é o que não falta!

É inadmissível, sob qualquer aspecto, testemunharmos nos dias atuais do século XXI – quando não há nenhuma convulsão social – a morte de crianças pela fome, sejam elas autóctones, negróides, mongolóides ou caucasóides. É uma aberração que deve ser debitada na conta dos governantes.

Morte de criança por inanição é uma inaceitável aberração, que choca e deprime a sociedade. A omissão daqueles que tinham por obrigação cuidar do bem estar daquela criança que morreu de fome, é um pecado imperdoável, asqueroso e que enoja!

22.6.2015 (4.768) Membro da Academia Douradense de Letras. (josealbertovasco@yahoo.com.br)

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