09/07/2016 05h40

Quem, afinal, comanda prefeitura de Dourados? - José Alberto Vasconcellos

Então vamos deixar como está para ver como fica!

Por: Tião Prado
 
 

Depois de falar com o Secretário de Governo da Prefeitura Municipal de Dourados por mais de uma vez e ainda mostrar-lhe o problema, que ele viu perfeitamente, porque o sol brilhava no céu, o dia era claro e a distância pequena.

Depois de solicitar para vários vereadores, inclusive ao Alan, cujo pai tem um escritório de advocacia a cerca de vinte metros do local, onde o problema vem revelando-se insolúvel.

Persistente, procurando resolver o problema que se constitui de um tapume implantado num terreno (ao lado do Banco Santander) que presumivelmente seria utilizado para uma construção, usurpa dois terços (2/3) da calçada, na rua João Cândido da Câmara, há três anos!

Por fim, sempre procurando resolver o problema, que não despertou nenhum interesse no assessor direto do prefeito e muito menos nos vereadores, (cada um deles com 8 assessores), por telefone, falei com o prefeito municipal, Engº Murilo Zauith, pedindo-lhe solução para o problema, JUSTIFICANDO: pessoas idosas que sobem do Jardim Água Boa, com destino à Igreja Matriz, são obrigadas a andar pelo meio da rua, além dos carros estacionados, porque O QUE RESTOU DA CALÇADA, — também ocupada por poste e arvore — é quase nada!

O prefeito, depois de ouvir meus argumentos e junto deles a recomendação, de que mandasse verificar se o proprietário estava pagando IPTU sobre TERRENO BALDIO. S.Exa. prometeu-me imediata providência! Entendam: IMEDIATA PROVIDENCIA!

Estamos esperando…

Outro problema que é um acinte ao contribuinte, é o tapa-buracos que uma empresa vem fazendo nas ruas. Por diversas vezes este Jornal O Progresso, noticiou reclamações de contribuintes municipais, sobre esse "serviço" faz-de-conta, seguramente contratado e executado nos moldes investigados e reprimidos no PETROLÃO. Aqui, infelizmente, o Ministério Público ainda não acordou e, desgraçadamente, não temos um discípulo do Juiz Sérgio Moro.

Atestamos, sem reservas mentais ou sofismas, a honestidade e a lisura do nosso prefeito no trato com as coisas públicas; evita, dispensa e condena qualquer vantagem ilícita, porque como empresário já possui todo dinheiro que precisa ou pode precisar. A despeito de todo trabalho que vem desenvolvendo, o prefeito necessita, URGENTEMENTE, apurar quem, da sua equipe, está querendo ficar rico, mancomunado com essa empresa que faz o "serviço mais porco do mundo", tido como tapa buracos; e há ainda outra contratada, que "corta grama" onde não há mais grama! O PREFEITO PRECISA APURAR, é nojento conviver com essa gente! É revoltante pagar impostos para sustentar essa quadrilha, safada e hipócrita , quando a Nação testemunha que a bandalheira está sendo debelada pela PF, MPF e pela Justiça Federal, que vem mandando, gente de grosso calibre, para as jaulas corretivas.

Aqui em Dourados, contudo, algumas pulgas estão sugando nosso sangue e precisam ser combatidas com urgência, sob pena de ser o prefeito acusado de omissão na condução administrativa do município, pela não fiscalização do serviço contratado, ou do não cumprimento do Código de Posturas no que tange ao tapume da Rua João Candido da Câmara.

Diante do serviço a que chamam de tapa-buraco executado diante da minha casa (rua João Cândido da Câmara, entre Onfre P.Matos e Emílio Figueiredo), considerando-me insultado pela desonestidade da empreiteira, liguei para o Jornal pedi a presença do repórter com um fotógrafo para testemunhar o serviço e divulgar a sacanagem. Pasmem, o repórter, em outras palavras, pediu-me que levasse o buraco até ele, na redação do jornal!

Então vamos deixar como está para ver como fica!

Resta-nos apenas o grito de guerra de Antonio Conselheiro (1830-1897), no arraial de Canudos (BA), às margens do Vaza Barris, antes de perder a cabeça pela degola, conforme relatou Euclides da Cunha, no seu livro "Os Sertões."

" — ARRE EGUA!"

"— Mamãe, venci! Foi o grito dos americanos, no dia 4 de JULHO de 1776, (aniversariando hoje) ao proclamar sua independência da Inglaterra. O acontecimento empolgou os súditos lusitanos no Brasil, que tentaram o mesmo em 1789, fracassaram, e Tiradentes, o "Mártir da Independência" foi enforcado, também degolado, e esquartejado, por ordem de Maria I, em 1792. Ufa!

04.07.2016 (4472) Membro da Academia Douradense de Letras.

(josealbertovasco@yahoo.com.br).

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