Servidores da UFMS fazem manifestação nesta sexta-feira, Dia Nacional do Basta!

Hoje pela manhã os coordenadores do sindicato se reuniram para decidir como farão a manifestação nesta sexta-feira

09/08/2018 16h40 - DN

 

Dezenas de sindicatos e federações de trabalhadores de Mato Grosso do Sul, com a participação de centrais sindicais, realizam nesta sexta-feira (10) o Dia do Basta! de maneira simultânea com outras cidades do interior e em todo Brasil, em protesto ao arrocho contra a vida dos trabalhadores brasileiros. Os servidores da UFMS e Hospital Universitário, representados pelo SISTA-MS (Sind. dos Trabalhadores em Educação da Fundação Universidade Federal de MS e Institutos Federais de Ensino de MS) vai realizar panfletagem e manifestações públicas em frente à reitoria, na entrada da universidade, a partir das 6h30 até às 8h30,quando se deslocam para a Praça do Rádio para somar força com dezenas de outros sindicatos e federações que estarão concentradas ali.

"Esse dia do basta é para mostrarmos a nossa indignação, a indignação do povo brasileiro contra esse estado de coisas que estão acontecendo no país para penalizar o trabalhador e o povo em geral", afirma Waldevino Basílio, coordenador geral do SISTA-MS.

Hoje pela manhã os coordenadores do sindicato se reuniram para decidir como farão a manifestação nesta sexta-feira. Basílio explica que o protesto da entidade é pelos cortes de verbas públicas para a universidade, que vive o caos, abandonada pelo poder público; Pela garantia de reajuste salarial para os servidores que estão há quase 10 anos sem sequer reposição salarial; Contra a PEC 95, que congela gastos públicos por 20 anos; Contra a reforma da Previdência e pela revogação da reforma trabalhista que só trouxe prejuízos para os trabalhadores de todas as classes e níveis em todo o país, afirma o coordenador geral do SISTA-MS.

A manifestação em todo o país conta com o apoio e participação de praticamente todas as centrais sindicais. As lideranças dessas entidades, reunidas no mês de junho, aprovaram uma "agenda prioritária da classe trabalhadora com propostas para o próximo governo. O documento já foi entregue a candidatos e líderes partidários.

Entre as pautas, os trabalhadores protestam contra a política de preços da Petrobras e o aumento do gás de cozinha, os cortes pelo governo Temer nas políticas sociais e na educação.

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