16/12/2017 07h50

Na última coletiva, Renato Gaúcho joga favoritismo para o Real e fala sobre CR7

Na expectativa para a decisão, o treinador garantiu que não vai mudar o estilo do Grêmio e afirmou mais uma vez que jogou mais que o craque português.

Lance
 
 
Foto: Reprodução/TwitterFoto: Reprodução/Twitter

Irreverente como sempre, Renato Gaúcho concedeu entrevista coletiva nesta sexta-feira, na sala de imprensa do estádio Zayed Sports City, local da decisão do Mundial contra o Real Madrid.

Durante o bate-papo, o treinador fez questão de jogar o favoritismo para o rival, garantiu que não vai mudar a forma de jogar e reiterou que jogou mais que Cristiano Ronaldo, craque do Real Madrid.

Confira alguns trechos da entrevista

Favoritismo espanhol

"O Real é o favorito por tudo que representa no futebol mundial, todo mundo conhece. A gente sabe da qualidade dos jogadores deles. Agora, o Grêmio não veio para passear. Vai honrar a camisa durante os 90, 120 minutos, se for o caso. O meu time vai suar a camisa. O Real quer muito o título, mas o Grêmio também quer. O Real é o favorito, mas precisa provar dentro das quatro linhas. Vamos fazer de tudo para o Grêmio ser campeão mundial".

Comparação com Cristiano Ronaldo

"Eu mantenho. E por isso admiro o Cristiano Ronaldo. É um grande campeão, todos os anos procura quebrar os próprios recordes. É também muito generoso fora das quatro linhas, o que eu admiro muito. Mas é muito fácil vocês, que não me viram jogar, elogiar o Cristiano Ronaldo. E repito: bato palmas para ele. Mas para saber o que joguei teriam que falar com muitas pessoas que me viram jogar também".

Barrios ou Jael

"A gente tem um grupo. Uma hora antes vocês vão saber a escalação. O mais importante de tudo é que todos os jogadores estão preparados. Todo mundo está bem, quer jogar, mas só 11 podem começar. Quem ficar do meu lado no banco pode ter certeza que também está preparado e tem condições de atuar".

Ansiedade

"Hoje minha ansiedade é maior, porque estou fora do campo. Antes era praticamente um garoto. Pensava somente em jogar e ganhar. Hoje sou treinador. Tenho que procurar resolver os problemas de um grupo todo e prepará-lo para que chegue forte. É uma conquista (como jogador e técnico) que muito poucos podem ter, acho que dá para contar nas mãos. Já conquistei a Libertadores como jogador e treinador. Agora posso ser do mundo. Mas o que penso é na felicidade do meu grupo. Vou ficar muito mais feliz vendo os jogadores dando a volta olímpica"

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