18/12/2017 10h30

Fronteira: Acadêmica de medicina encontrada morta teria sido vítima de homicídio e não suicídio

Médico forense constatou escoriações e estrangulamento manual no corpo da vítima

Por: Dora Nunes
 
 

Na manhã dessa segunda-feira, dia 18, foi encontrado o corpo da estudante de medicina Kelly Cristina Gonçalves Cardoso, de 30 anos, na casa onde alugava, situada no bairro Guarani. No primeiro momento, acreditou-se que a jovem teria cometido suicídio por enforcamento.

A vitima estava no quinto ano de medicina na Universidad Sudamericana, na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, que faz fronteira com Ponta Porã-MS.

Ao examinar o corpo da jovem, o médico forense Marcos Prieto alegou que Kelly não se suicidou e sim, teria sido vítima de homocídio, já que em seu corpo havia escoriações e algumas marcas de estrangulamento por terceiro. Outro ponto destacado pelo médico, é que na corda havia 6 voltas e não uma volta, característico de suicídio.

Há informações que na noite anterior, a vítima teria discutido com seu namorado Alexandre Aguero Aquino e que, inclusive, no mês de outubro, a vítima teria de nunciado seu namorado por violência, alem do mais, o rapaz foi a última pessoa a ver Kelly com vida.

 

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