Assassinato

Em 24h, Policia Civil de Amambai desvenda homicidio e prende autores

Dois homens e uma mulher tramaram a morte de Marilyne Siqueira de Souza

16/07/2018 08h - Por: Tião Prado com informações do Agazetanews

 
Foto: José Luis Moreira (Amambainoticias)Foto: José Luis Moreira (Amambainoticias)

A Polícia Civil da cidade de Amambai demorou menos de 24 horas para esclarecer o caso do homicídio de Marilyne Siqueira de Souza, conhecida por "Birosca" , de 43 anos de idade, que aconteceu na tarde de sábado (14), por volta das 15h30min, quando seu corpo foi encontrado na região denominada de ‘Buracão’, margens da Rodovia MS-485, na saída para Aral Moreira, com vários golpes de faca.

De acordo com informações passadas para a redação do site Pontaporainforma, na tarde de sábado por volta das 15 horas a pessoa de nome Edneia Paula de Almeida, a "Verônica", foi até a casa de Marilyne, com um veículo Corsa Sedan de cor branca com placas de Amambai e a convidou para sair. As informações são de que como as duas eram bastante conhecidas, a vitima então entrou no veiculo e saiu com a sua algoz, sem ter noção que seria morta em seguida.

Por volta das 16 horas, familiares informaram que Edneia Paula de Almeida, a "Verônica", com o veiculo Corsa Sedan, voltou a residência de Marilyne Siqueira, algumas vezes, chamando os familiares e perguntando se Marilyne já tinha voltado para casa, sempre recebendo a informação de que ela ainda não tinha voltado.

Já no inicio da noite uma equipe da Policia Militar esteve na casa onde morava Marilyne e em contato com os familiares, mostraram uma foto e perguntando se estes reconheciam a pessoa, o que de imediato foi reconhecida pelos familiares como sendo Marilyne Siqueira. Os policiais então informaram que ela tinha sido morta na região do 'Buracão', na saida para Aral Moreira.

 
Foto: José Luis Moreira (Amambainoticias)Foto: José Luis Moreira (Amambainoticias)

A dinâmica do crime

Segundo a Polícia Civil, Elias Maluco e Renato de Souza teriam começado a planejar o crime na sexta-feira, dia 13 de julho, cada um com uma motivação pessoal diferente.

Elias Maluco planejava se vingar de Marilyne porque ela o teria dedurado de envolvimento com um ato criminoso, fato que o levou para a cadeia.

Renato de Souza porque a vítima teria invadido sua casa, furtado dinheiro e pertences; já Verônica, que outrora chegou a ser amiga da vítima, teria se envolvido em confusão por conta de Marilyne.

Segundo a polícia, no dia do crime, fazendo uso de uma veículo Corsa Sedan, cor branca, placas de Amambai-MS, que foi apreendido, Edneia Paula, a "Verônica", teria levado o marido e Elias Maluco para o local do assassinato, posteriormente voltado para a cidade pegado Marilyne e levado para a "emboscada".

Armado com um revólver calibre 32, Elias Maluco teria atirado contra a vítima, enquanto Renato de Souza, de posse de um facão, teria passado a desferir diversos golpes contra a mulher.

Depois de matarem Marilyne, Verônica, Renato e Elias Maluco teriam deixado o local abordo do Corsa Sedan e se livrado das armas usadas para o crime.

Após indicação dos supostos autores, o facão usado para desferir os golpes contra Marilyne, ainda com sangue da vítima, foi localizado em uma vegetação próximo ao local onde o corpo foi encontrado. Já o revólver, o trio teria relatado que desfez da arma jogando no Córrego Panduí.

Diante da confissão da autoria do assassinato na Delegacia Polícia Civil, em Amambai, o trio foi autuado em flagrante por homicídio qualificado e permanecem presos, a disposição da Justiça.

A operação policial que resultou na prisão dos acusados também contou com a participação do delegado titular de Coronel Sapucaia, Dr. Marcos Wernecc.

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