O crime foi desacto, desobediência e resistência.
16/05/2018 05h40

Mulher luta com policiais mas acaba presa ao tentar esconder celular

Suspeita com várias passagens pela polícia estava com celular furtado e se recusou a dar informações aos PMs

JPnews
 
 
A mulher foi algemada mas foi algemada mas mesmo a caminho da delegacia continuou ofendendo os agentes. (Foto: JPNews)A mulher foi algemada mas foi algemada mas mesmo a caminho da delegacia continuou ofendendo os agentes. (Foto: JPNews)

Uma mulher de 29 anos entrou em luta com policias militares e resistiu à prisão na manhã desta terça-feira (15), na Vila Piloto, em Três Lagoas. Segundo a ocorrência policial, ela teria tentado esconder um aparelho celular quando percebeu a aproximação de uma viatura da PM. Ao ser questionada a suspeita - velha conhecida nos meios policiais - teria passado a xingar e agredir os militares durante abordagem.

Segundo a PM, a mulher estaria sentada em uma calçada na rua trinta quando mudou de atitude ao ver a equipe em patrulha pelo bairro. Ela teria diversas passagens policiais por tráfico de drogas, resistência, furto qualificado, desacato, tentativa de roubo e desobediência. Quando os policias realizaram a abordagem, ela escondeu o celular na bermuda e não permitiu que fosse revistada. Também se negou a fornecer seus dados pessoais ou passar o IMEI do aparelho, para que fosse checado junto ao sistema policial.

Irredutível, ela acabou recebendo voz de prisão por crime de desobediência e, nesse momento, passou a desacatar os policiais chamando a equipe de "corruptos, bandidos de merda", entre outras palavras de baixo calão.

Sem opção, os policiais teriam algemado a agressora que resistiu à prisão. Ela se debateu ao ser colocada no compartimento para transporte de presos. "Ela esboçava considerável vigor físico durante sua imobilização. Foi imprescindível a aplicação de técnicas policiais para garantir sua segurança e a dos integrantes da equipe", explicou um PM em seu relato ao delegado da 2ª Delegacia de Polícia de Polícia Civil, aonde a agressora foi levada.

Ela continuou ofendendo os policiais enquanto era preenchido o Boletim de Ocorrência e se manteve irredutível, até mesmo na cela. O crime foi registrado como desacto, desobediência e resistência.

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