17/01/2018 12h

Disputa ao Senado: Riedel espera consenso e Geraldo revela ‘apelos’

Secretário e deputado podem protagonizar ‘disputa no ninho’.

Midiamax
 
 

Com duas vagas em disputa na eleição de 2018, a concorrência para vaga de candidato ao Senado Federal já despertou interesses de postulantes dentro do ninho tucano em Mato Grosso do Sul. Dois deles falaram sobre o assunto durante a abertura da Showtec, na manhã desta quarta-feira (17) em Maracaju.

Apontado por correligionários como principal pré-candidato para disputar o Senado pelo PSDB, o titular da Segov (Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica), Eduardo Riedel, espera um consenso.

"Isso é uma discussão dentro do partido, coloco meu nome à disposição, é um interesse pessoal meu, mas essa não é uma candidatura de uma pessoa. A candidatura ao Senado é de um grupo, de um projeto, não só de partido", declarou Riedel.

Outro que já apresentou interesse de ‘mudar de Casa’ em 2019 é o deputado federal Geraldo Resende (PSDB), que afirmou que tem recebido ‘apelos’ de prefeitos, empresários e lideranças sindicais para disputar o Senado.

"Eu disse que se houver um chamamento do governador Reinaldo Azambuja e um chamamento do PSDB, eu não me furto de disputar a eleição ao Senado. Mas é uma construção que passa necessariamente pela chancela do governador", disse Resende

Outro tucano apontado como eventual pré-candidato ao Senado é secretário estadual de infraestrutura, Marcelo Miglioli, que não estava na comitiva do governador que prestigia a abertura da Showtec.

Para Riedel, uma ‘construção’ dentro do partido pode evitar uma prévia, que colocaria em lados opostos importantes quadros da gestão Azambuja.

"Uma candidatura ao Senado precisa ter primeiro apoio do governador, apoio partidário e dos demais partidos que vão compor uma grande aliança. Está amadurecido na região da grande Dourados, região de fronteira é do Conesul que é hora de termos um senador", ponderou Geraldo.

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