Infraestrutura

Tráfego na ponte em recuperação na MS-184 deve ser liberado este mês

Força da água, em direção ao Rio Paraguai, comprometeu pilares das pontes de madeira

11/07/2018 06h50 - Portal do MS

 
Fotos: Edemir RodriguesFotos: Edemir Rodrigues

A Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) estima prazo de dez dias para liberar o tráfego da ponte de madeira sobre vazante, na rodovia MS-184 (Estrada-Parque), Pantanal de Corumbá. A ponte sofreu danos em sua estrutura em janeiro, devido à pressão da correnteza durante o pico da enchente na região causada pelos rios Aquidauana e Miranda, e foi interditada para veículos pesados.

Com a força da água, ocorreu deslocamento de um dos pilares da ponte, tirando-a do eixo central, e a suspensão do tráfego para caminhões e cargas foi uma medida preventiva para evitar acidentes. O desvio dos caminhões pelas rodovias BR-262, MS-432 (distrito de Albuquerque) e MS-228 garantiu o acesso às fazendas e o transporte de gado.

 
Fotos: Edemir RodriguesFotos: Edemir Rodrigues

Com o nível das águas voltando ao normal na região, foi construído um desvio ao lado da ponte avariada, abrindo o tráfego para todo tipo de veículo, enquanto é executada a recuperação da estrutura, que fica situada entre o Buraco da Piranha (BR-262) e o Passo do Lontra (MS-184). A ponte será praticamente desmontada para ajustar os jogos de esteios de aroeira comprometidos.

Estrada em manutenção

O comprometimento da ponte nº 4 da MS-184 não causou prejuízos aos produtores rurais e aos empreendimentos de turismo que operam na Estrada-Parque.

 
Agesul construiu desvio ao lado da ponte para garantir tráfego normal na 184 durante a obra.Fotos: Edemir RodriguesAgesul construiu desvio ao lado da ponte para garantir tráfego normal na 184 durante a obra.Fotos: Edemir Rodrigues

A Estrada-Parque fica localizada no Pantanal da Nhecolândia, região rica em biodiversidade e um dos centros criatórios de gado. Tem uma extensão de 120 Km – do Buraco da Piranha ao Lampião Aceso -, entrada de Corumbá, contornando a BR-262. Criada nos anos de 1990 como unidade de conservação, a estrada é um dos principais destinos de ecoturismo do Estado e também de escoamento da produção pecuária da região.

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