24/11/2017 13h10

Ponta Porã: Cachorra Pinscher com "piometra aberta" é salva no Centro Veterinário

"Minha cachorra Minie estava com febre e quase convulsionando, o Dr. Marcelo, salvou a vida dela", mencionou Mariana.

Divulgação: Dora Nunes
 
 

Imagina a angustia da estudante Mariana, 15 anos, ao chegar aflita com sua Pinsher de estimação nos braços, pedindo socorro no Centro Veterinário Dr. Marcelo Rezende, localizado na Rua 7 de Setembro, 20 no centro de Ponta Porã.

O socorro aconteceu no dia 16 de novembro, por volta das 10 horas da manhã quando deu entrada no Centro Veterinário, uma cadela da raça Pinscher com 5 anos de idade, que atende pelo nome de Minie, de propriedade da estudante Mariana Oliveira que alegava que seu animal estava sangrando pela vagina. Minie tinha fugido há cerca de 1 mês quando estava no cio e voltou toda machucada, estava magra e com machucados pelo corpo. "Minha cachorra Minie estava com febre e quase convulsionando, o Dr. Marcelo, salvou a vida dela", mencionou Mariana.

A paciente foi atendida pelo médico veterinário Dr. Marcelo Rezende que é especialista em clinica e cirurgia de pequenos animais. Foi constatado hipertermia, dor abdominal e hemorragia vaginal. Estes sintomas juntamente com a história clinica são característicos de uma doença uterina conhecida como "piometra aberta".

"O animal foi prontamente medicado, internado, coletado sangue para exames além de ultrassonografia abdominal. O hemograma evidenciou infecção grave. A bioquímica também deu alterada. O exame de ultrassom deu que tinha um feto sem viabilidade, com aproximadamente 30 dias de idade", mencionou o Dr. Marcelo ao Jornal da Líder FM 104,9.

Diante dos resultados a paciente foi encaminhada ao Centro Cirúrgico para remoção do útero e ovários, sob efeito de anestesia geral. O procedimento cirúrgico durou 45 minutos. Doze minutos depois a paciente já estava acordada. Após uma hora já se encontrava de pé.

Minie ficou 3 dias internada respondeu muito bem ao tratamento, recebeu alta e voltou para casa onde dara continuidade ao tratamento.

Lile Corrêa*

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