01/03/2018 08h30

Mr. Catra, tratando câncer, segue dieta regrada: 'Queijo branco e pão integral'

Após finalizar as sessões de quimioterapia, funkeiro gravou novo clipe em Acapulco, no México.

Purepeople
 
 
Com câncer, Mr. Catra tem cuidado da alimentação e seguido um cardápio regrado © DivulgaçãoCom câncer, Mr. Catra tem cuidado da alimentação e seguido um cardápio regrado
© Divulgação

Tratando um câncer no estômago, Mr. Catra vive um momento delicado na vida pessoal. Depois de viajar para os Estados Unidos para tratar a doença, o funkeiro finalizou as sessões de quimioterapia e vai aguardar para fazer uma cirurgia. Mas, enquanto isso não acontece, o músico – confiante na cura – tem cuidado da alimentação e seguido um cardápio regrado. "Agora é só queijo branco, pão integral, frutas, essas coisas. Não posso vacilar", falou o cantor, 20 quilos mais magro.

No início da semana, Catra passou quase duas horas gravando o clipe da música "Me Diga com Carinho" em Acapulco, no México. O novo single mostra o outro lado do funkeiro. "Esta música fala mais de amor, de sentimento. Ela vem em uma pegada mais leve, diferente, mais romântica", afirmou. Nas filmagens, ele dividiu os holofotes com a modelo Pâmela Punch, representante do Distrito Federal no Musa do Brasil 2017. "Queríamos um projeto que tivesse sensualidade, mas sem vulgaridade. A Pâmela me surpreendeu muito. Ela representou de uma forma natural, muito espontânea. Estava confortável com a música", elogiou o músico.

Em entrevista anterior, Mr. Catra, além de comemorar a mudança no corpo, contou que já foi convidado para ser político. "O Brasil não é uma nação de imbecis, é uma nação de trabalhadores. Tô me sentindo envergonhado perante meus amigos de fora, não só pelo governo mas por toda sociedade. Porque a sociedade é o espelho do seu governo. Em Vitória não só os bandidos foram para rua, foi a população. A solução é a gente ter um monarca no Brasil, porque todo Rei que conheci até hoje amava seu povo, amava seu país. O cara pra ser Rei tem que ser um nobre, não aquele que tem dinheiro, mas aquele que tem atos nobres. Já fui convidado várias vezes pra ser político, mas não dá, porque você já vem com o estigma de safado", avaliou ele, que é a favor da legalização de armas: "Lógico, irmão, só pode ter arma no Brasil um ladrão?! O ladrão ia pensar duas vezes sabendo que a população está toda armada".

Envie seu Comentário