23/12/2017 16h40

Após morte cerebral de jovem, família faz apelo para que órgãos sejam doados.

Família estava com medo de não conseguir realizar a doação; hospital garante que procedimento foi efetuado.

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Vivian Akamine teve morte cerebral no último dia 21, em Dourados. Foto: Reprodução / Facebook / ArquivoFamiliar.Vivian Akamine teve morte cerebral no último dia 21, em Dourados. Foto: Reprodução / Facebook / ArquivoFamiliar.

A advogada Helena Izidoro de Souza, mãe da Vivian Izidoro Akamine, 20 anos, usou as redes sociais para fazer uma campanha para que os órgãos de sua filha fossem doados. O caso aconteceu na cidade de Dourados, distante, 221 quilômetros de Campo Grande.

A jovem, que teve morte cerebral na última quinta-feira (21), estava internada no Hospital da Vida. A família está aflita porque já havia passado 24 horas em que estavam esperando receptores para que os órgãos fossem doados. Preocupada, a mãe fez um desabafo.

"Aqui é Helena Izidoro de Souza, mãe de Vivian Izidoro Akamine, doadora de órgãos, a espera de que tenha algum receptor no Brasil. Parece que não existem possíveis receptores para todos os órgãos, apenas no estado de São Paulo, houve interesse em captar. Não sei o que fazer... Minha filha está aqui ha mais de 24 horas a espera. Gente o que acontece??????", escreveu.

O Hospital da Vida informou que a mãe tinha feito uma campanha de 'sensibilização', "mas que todos os trâmites estavam em andamento e que a demora nestes casos ocorre porque a equipe que realiza os transplantes é de fora do Estado e precisa se deslocar". O Hospital ainda informou que foram feitas as doações de órgãos, porém, não soube informar quais teriam sido captados da doadora.

Vivian teve trombose cerebral e estudou química industrial pela UEMS. Pelas redes sociais, Helena Izidoro informou que o velório da filha acontece neste sábado (23), na Capela da Coronel Ponciano, em Dourados. O sepultamento também acontece nesse sábado (23).

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