Contrato sexual dizia que a cliente teria que ser ‘submissa’ e o tratar como ‘senhor’
10/01/2020 11h30 – Por: Topmidia News
Um advogado, que não teve o nome divulgado, passou por uma saia justa ao anexar um contrato de submissão sexual que tinha com uma cliente em uma petição inicial de uma ação de indenização por danos morais contra uma seguradora.
No documento, o advogado é denominado “o Dominador” e sua cliente como “a Submissa” e tinha como propósito fundamental “permitir à Submissa explorar de maneira segura sua sensualidade e seus limites”, conforme noticiado pelo site Repórter MT.
O contrato, assinado no último dia 7 de outubro, teve vigência de três meses.
Nele, descreve que a “Submissa” deveria estar disponível para o “Dominador” nas noites de sexta-feira até às tardes de domingos de todas as semanas em horas a serem designadas pelo “Dominador”.
Além disso, o documento cita que o “Dominador” aceita a “Submissa” como propriedade sua, “para controlar, dominar e disciplinar”.
“O Dominador pode usar o corpo da Submissa a qualquer momento durante as Horas Designadas, ou em quaisquer horas extras acordadas, da maneira que julgar apropriada, sexualmente ou de outra maneira qualquer”, diz trecho do contrato.


