09/09/2014 06h20
Marina voltou a defender que a Polícia Federal (PF) apure o envolvimento de parlamentares em esquema corrupção envolvendo a Petrobras,
Veja.com
Criticada por não ter uma base forte de aliados, o que poderia comprometer a governabilidade caso seja eleita, Marina Silva disse em entrevista ao Jornal da Record que o atual governo tem uma “maioria artificial”. “Cada projeto enviado ao Congresso é um ‘Deus nos acuda’, com a base pedindo pedaços do governo”, criticou.
Durante a entrevista, Marina voltou a defender que a Polícia Federal (PF) apure o envolvimento de parlamentares em esquema corrupção envolvendo a Petrobras, como relevou VEJA desta semana. Sobre a menção ao ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Robeto Costa afirmou que o ex-colega de chapa foi “apenas citado, sem nenhum fato determinado”. Ela respondeu ainda a críticas sobre mudanças em seu programa de governo, dizendo que pior seria não assumir os erros.
Questionada sobre se o eleitor poderia confiar nela, diante de tantas alterações em suas propostas, a candidata do PSB se defendeu com críticas a seus adversários. “O eleitor não pode confiar em que não apresenta plano de governo e utiliza o plano para ficar fazendo processo de desqualificação de propostas”, afirmou, pedindo que espera que a presidente-candidata, Dilma Rousseff, e o tucano Aécio Neves apresentem suas propostas.


