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sábado, 17 de outubro, 2026

Trutis é levado a PF em operação sobre atentado

Os mandados foram expedidos pelo STF, isso indica que o próprio Loester pode ser o alvo.

A Polícia Federal colocou 50 agentes nas ruas de Campo Grande e Brasília (DF), nesta quinta-feira (12), em investigação sobre “suposto atentado” sofrido pelo deputado federal Loester Carlos, o Trutis (PSL-MS). A Operação Tracker cumpre 10 mandados de busca e apreensão.

Os mandados foram expedidos pelo STF (Supremo Tribunal Federal), situação que só ocorre quando algum alvo tem foro privilegiado, como é o caso de parlamentares federais, por exemplo. Isso indica que o próprio Loester pode ser o alvo.

Chegou a ser dito que o deputado havia sido preso, por manter em casa armas não registradas. Mas a Polícia Federal não confirma a informação.

Segundo a PF, a ação foi batizada Tracker porque “faz referência ao intenso trabalho investigativo realizado pela Polícia Federal em busca de provas para a completa elucidação dos fatos e identificação dos autores”. A operação, informa nota da Polícia Federal, “tem como foco suposto atentado a deputado federal ocorrido no início do ano”.

O parlamentar está na Superintendência da PF em Campo Grande, ainda não se sabe o motivo. O deputado chegou ao local antes das 7h40, conforme apuração da reportagem.

A denúncia – No dia 16 de fevereiro deste ano, um domingo, Trutis publicou no Facebook, por volta das 9h, que ele e sua equipe haviam sofrido atentado à caminho de Sidrolândia – distante 70 quilômetros de Campo Grande. O parlamentar alegou ter sido vítima de emboscada e narrou que revidou o ataque.

O carro em que estavam foi alvejado por, no mínimo, 5 disparos”, dizia a nota divulgada na rede  social.

A imagem anexada à postagem mostra um carro Toyota Corolla preto com vidros estilhaçados e marcas de bala. “O deputado conseguiu revidar o ataque. Apesar da emboscada, todos estão bem e sem ferimentos”, continuava comunicado.

Loester Carlos conta que acionou o Bope (Batalhão de Operações Especiais), que levou o deputado até Polícia Federal de Campo Grande, onde ele fez a denúncia.

Fonte: Campo Grande News.