13.2 C
Ponta Porã
domingo, 18 de outubro, 2026

Aprovação da presidente Dilma continua em 13%, diz pesquisa Datafolha

12/04/2015 08h40

Na véspera de ser afastado da Presidência por um processo de impeachment, em 1992, Collor tinha 9% de aprovação, lembrou o Datafolha

G 1

A aprovação à presidente Dilma Rousseff (PT), medida pelo número das pessoas que consideram o governo “ótimo” ou “bom”, permaneceu em 13%, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, dia 11 de abril pelo jornal “Folha de S.Paulo”. A taxa é a mesma da pesquisa realizada em março.

Apesar de a avaliação positiva do governo continuar no que é considerado seu ponto mais baixo desde o início do seu primeiro mandato, em 2011, os números mostram, porém, que a popularidade da presidente parou de cair.

O levantamento foi realizado pelo Datafolha com 2.834 pessoas de 171 municípios do país entre nos dias 9 e 10 de abril, e divulgado hoje por meio do site do jornal “Folha de S.Paulo”. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

De acordo com a pesquisa, para 13%, a presidente Dilma faz um governo bom ou ótimo, mesmo patamar de março. Para 60%, a administração é ruim ou péssima, o que representa uma queda de dois pontos a menos que o observado na pesquisa anterior. A avaliação de que o governo é regular passou de 24%, em março, para 27% na pesquisa divulgada hoje.

De acordo com o Datafolha, a atual taxa de aprovação de Dilma (13%) só é comparável com os piores momentos dos ex-presidentes Itamar Franco (12% em novembro de 1993) e Fernando Henrique Cardoso (13% em setembro de 1999, quando o pais sentia os efeitos da alta do dólar).

Na véspera de ser afastado da Presidência por um processo de impeachment, em 1992, Collor tinha 9% de aprovação, lembrou o Datafolha. Esta foi a pior taxa apurada em toda a série de pesquisas nacionais do Datafolha.

O Instituto Datafolha informou que também seguem estáveis, em patamares recordes, as expectativas dos entrevistados para a economia. Para 78%, a inflação deverá subir “no próximo período”. Para 70% dos entrevistados, o desemprego vai aumentar e, para 58%, a situação econômica do país “deve piorar”.

foto: Internet