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sábado, 17 de outubro, 2026

Serviço dos Correios em Ponta Porã é “lixo”

02/03/2016 16h40

Situação é caótica; no setor de distribuição, usuários são obrigados a ficar do lado de fora

O sucateamento das empresas estatais imposto pelo Governo do PT no Brasil está sacrificando o já sofrido usuário dos serviços públicos no país. Em Ponta Porã, a realidade dos Correios é de calamidade pública, tamanha a falta de respeito com o usuário.

No setor de distribuição, localizado na avenida Brasil entre as ruas Joaquim Teixeira e Baltazar Saldanha, o caos impera tanto na entrega de correspondências como no atendimento no próprio setor. Os usuários são obrigados a permanecer do lado de fora, sujeitos às intempéries do tempo enquanto aguardam atendimento.

Na manhã da última terça-feira, 1º de março, gestantes e pais com crianças no colo esperavam na fila. Uma falta de consideração, desprezo com o usuário do sistema falido que o PT impôs ao brasileiro. O Correios era até bem pouco tempo atrás uma empresa de renome e respeito não somente no Brasil, mas país afora.

No entanto, a política desordenada e caótica imposta pelo regime petista de governar sucateou a marca, achatou direitos trabalhistas e afundou o que era exemplo em um mar de lama e falta de qualidade nos serviços prestados.

Em Ponta Porã, não existe um usuário sequer contente com o serviço prestado. Hoje, são menos de 20 trabalhadores exercendo funções nos Correios em Ponta Porã. O serviço de entrega é completamente comprometido devido ao reduzido número de servidores, que são humilhados em suas funções, passando por todo tipo de constrangimento já que o usuário exige – e com razão – a prestação de um bom serviço.

Não obstante, o usuário se vê obrigado a enfrentar não menos a humilhação para ter acesso a um serviço básico que deveria satisfazer suas necessidades, seja individual ou coletivo.

O setor de distribuição dos Correios em Ponta Porã é um exemplo de como o usuário é menosprezado por um governo que a princípio, tinha como prioridade prestigiar o trabalhador e respeitar o cidadão/ã.

Fonte: Jornal Regional

Foto: Jornal Regional