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sábado, 17 de outubro, 2026

Invista já! Mitos e verdades sobre o laser facial

13/06/2016 15h50

Usado para rejuvenescer a pele do rosto e tirar manchas, saiba exatamente os benefícios deste tratamento

O inverno é a melhor época para os tratamentos faciais pois a incidência de sol é menor e, consequentemente, os resultados são melhores. O laser é um dos preferidos das mulheres. E há alguns tipos como os ablativos que agridem a pele (CO2 e Erbium) e os não-ablativos, mais leves (Q-switched ND: YAG e o Diodo). Depende da necessidade. O Q-switched, comercialmente conhecido como Spectra, é o melhor para manchas. O CO2 é o mais indicado para rejuvenescimento, porém, como é um tratamento que causa muito dor, vale a pena optar pelo Diodo que necessita de mais sessões, mas não agride a pele e não dói. Em conversa com a dermatologista Monica Aribi, ela explicou os mitos e verdades desta tecnologia da beleza.

A aplicação dói.

Depende. No geral, os lasers ablativos doem e necessitam de anestésico. Já os não ablativos, que não agridem a pele, doem bem menos e não precisam de anestésico.

O rosto fica vermelho após a aplicação.

Verdade. Co2 e Erbium deixam vermelhidão, além disso a pele descama bastante. São lasers que agridem a pele superficialmente. Já o Q-switched e Diodo, deixam vermelhidão apenas na hora. E o rosto esquenta levemente durante a aplicação, mas algumas horas depois a pele já está normalizada e o paciente pode retomar sua rotina.

Na primeira sessão já vê resultados.

Verdade. Com os ablativos, logo na primeira aplicação já é possível ver a diferença. Os não-ablativos são recomendados cerca de 3 sessões.

Não pode tomar sol após aplicação.

Verdade. É sempre importante reaplicar o filtro solar de 3 em 3 horas.

Pele negra não pode receber o laser.

Mito. Os não-ablativos podem ser aplicados, sim. Os outros tipos podem causar manchas na pele.

Pacientes com espinha podem fazer esse procedimento.

Verdade. Sem problemas.

Grávidas não podem.

Mito. Mas é recomendado a grávida ficar calma durante a sessão. Se gerar desconforto ou estresse é melhor interromper o tratamento para não prejudicar o bebê.

MarieClaire

Foto: Think Stock