| O ambiente educacional passou por transformações importantes em 2022 como a implementação do Novo Ensino Médio, a volta às aulas presenciais, entre outras questões. Esse é o momento em que as instituições de ensino e os educadores param para refletir e se preparar para o próximo ano letivo. Atenta a importância desse período, a Vetor Editora, empresa cinquentenária com foco em pesquisa, desenvolvimento e geração de conhecimento por meio de conteúdos especializados para a área psicológica, neuropsicologia, organizacional e educacional, apontou três tendências que devem ser consideradas relevantes durante o planejamento do próximo ano nas escolas. Veja a seguir: 1. A educação cada vez mais digital A pandemia e as transformações digitais transformaram os modelos de ensino tradicionais, propondo novas formas de aprender e ensinar. Com isso, escolas e universidades precisaram rever suas práticas e metodologias para que de fato o processo de aprendizagem continuasse eficiente. Hoje a digital está em todos os lugares, desde o momento em que pedimos nossa comida até o nosso deslocamento para algum lugar. Com a educação não é diferente, as novas gerações têm demandado tecnologia para um melhor aprendizado. “Acredito que as adaptações e aprendizados devem acontecer em diversos lados. Trazer os conteúdos e conhecimentos de forma inovadora e incorporar essas soluções para impulsionar o aprendizado desses estudantes e também capacitar os educadores para lidarem com essas ferramentas digitais é fundamental”, explica Regina Crestani, co-autora do teste IDEM, psicóloga e consultora educacional. |
| 2. Aprendizado de forma híbrida Complementando esse crescimento do uso de tecnologia em prol da educação é preciso repensar também que vantagens o ensino híbrido – adotado durante a pandemia – pode trazer para esses alunos. “Essa combinação do presencial com o on-line nos trouxe muitos aprendizados enquanto gestores educacionais. Acredito que o maior deles foi que hoje as novas gerações aprendem de formas diferentes. O ensino presencial continua sendo importante, mas o virtual também consegue engajar as turmas e tornar os jovens protagonistas do conhecimento que estão adquirindo”, reforça Regina Crestani, da plataforma IDEM. |
| 3. Inteligência emocional e competências socioemocionais A inteligência emocional é uma das exigências da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que norteia os currículos das redes de ensino e suas instituições públicas e privadas, em todo o Brasil. O desenvolvimento dessas competências sociais e emocionais tem se tornado cada vez mais necessárias nas grades curriculares, principalmente, por conta das demandas atuais do mercado de trabalho. A educadora e também coautora da plataforma IDEM, desenvolvido pela Vetor Editora, explica que a chegada dos Itinerários Formativos, a implementação do Projeto de Vida, obrigatória no Ensino Médio, trouxe à tona questões socioemocionais, que preparam os estudantes para enfrentar os desafios futuros do mercado de trabalho com competências e habilidades: “É extremamente positivo que as escolas tenham esse olhar da psicologia escolar e da orientação profissional, se bem conduzidas, com seriedade e ética profissional. O aprendizado socioemocional ultrapassa as fronteiras da educação sendo benéfico durante toda vida”, ressalta a educadora. |

