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domingo, 18 de outubro, 2026

Maior parte do país mantém queda da Síndrome Respiratória Grave

 Maior parte do país mantém queda da Síndrome Respiratória GraveMaior parte do país mantém queda da Síndrome Respiratória Grave

O novo Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Maior parte do país mantém queda da Síndrome Respiratória GraveMaior parte do país mantém queda da Síndrome Respiratória Gravemostra a manutenção de um cenário positivo para casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) pelo país. A maioria das unidades da Maior parte do país mantém queda da Síndrome Respiratória GraveMaior parte do país mantém queda da Síndrome Respiratória Gravefederação (UF) mantém queda ou estabilidade em um patamar relativamente baixo quando comparado com o histórico dos últimos anos Maior parte do país mantém queda da Síndrome Respiratória GraveMaior parte do país mantém queda da Síndrome Respiratória Grave segundo os dados da publicação semanal. Maior parte do país mantém queda da Síndrome Respiratória GraveMaior parte do país mantém queda da Síndrome Respiratória Grave

O estudo divulgado Maior parte do país mantém queda da Síndrome Respiratória GraveMaior parte do país mantém queda da Síndrome Respiratória Gravehoje Maior parte do país mantém queda da Síndrome Respiratória GraveMaior parte do país mantém queda da Síndrome Respiratória Grave(3) aponta, ainda, para sinal de queda nas tendências de longo prazo e de curto prazo, com dados das últimas três semanas. Referente à Semana Epidemiológica (SE) 4, período de 22 a Maior parte do país mantém queda da Síndrome Respiratória GraveMaior parte do país mantém queda da Síndrome Respiratória Grave28 de janeiro, a análise tem como base os dados inseridos no Sistema de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até Maior parte do país mantém queda da Síndrome Respiratória GraveMaior parte do país mantém queda da Síndrome Respiratória Grave30 de janeiro.

Entre os pacientes com SRAG, os números indicam predomínio dos casos positivos para Sars-CoV-2 (covid-19) em todas as faixas etárias a partir de 5 anos, com maior destaque na população adulta. Já entre crianças de 0 a 4 anos o vírus sincicial respiratório (VSR) mantém presença expressiva especialmente no Espírito Santo, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo e nos três estados da região Sul. Desses, apenas o Distrito Federal aponta manutenção de patamar elevado de casos de SRAG nessa faixa etária. Os demais já apontam redução nas semanas recentes.

De acordo com o coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, os poucos estados com crescimento de SRAG nas últimas semanas mostram um cenário compatível com a oscilação observada em período de baixa. “Eventualmente, temos uma pequena elevação em uma semana ou outra – isso faz com que a tendência aponte para um possível crescimento, mas dentro de um cenário compatível com uma flutuação natural”, avaliou o pesquisador.

Estados e capitais

Das 27 unidades da federação, apenas Acre, Amazonas e Maranhão apresentam crescimento na tendência de longo prazo até a semana 4. No Amazonas e Maranhão, o volume de casos semanais ainda é baixo em relação ao histórico, e os dados por faixa etária são compatíveis com um cenário de oscilação. No Acre, há aumento entre as crianças e a população adulta.

Cinco das 27 capitais apresentam crescimento na tendência de longo prazo até o mesmo período: Macapá (AP), Manaus (AM), Palmas (TO), Rio Branco (AC) e Vitória (ES). Em Rio Branco, o crescimento se concentra principalmente entre crianças. Nas demais quatro capitais, os dados por faixa etária sugerem que o crescimento se refere a oscilação em torno de patamar baixo.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde