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domingo, 18 de outubro, 2026

Campanha #DemocraciaInabalada do STF é premiada em Portugal

No início da sessão plenária desta quarta-feira (3), a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, registrou que a campanha #DemocraciaInabalada, promovida pela Corte a partir dos ataques de 8/1, recebeu a categoria prata do “Prêmios Lusofonos da Criatividade”.

A honraria, que está na 10ª edição (2022/2023), foi trazida ao Brasil pelo decano da Corte, ministro Gilmar Mendes. Com sede em Portugal, este é um festival internacional de criatividade, dedicado exclusivamente a premiar, homenagear e debater os mercados publicitários e de comunicação dos países de língua oficial portuguesa.

A campanha

A campanha #DemocraciaInabalada integra as ações do Tribunal que buscam ressaltar a solidez das instituições brasileiras e o fortalecimento do STF diante dos atos criminosos de que foi vítima. A campanha retratou toda a trajetória, desde o resultado dos ataques, passando pelo processo de reconstrução do edifício-sede, até a entrega do Plenário da Corte totalmente restaurado.

O Supremo produziu vídeos e materiais de divulgação, como cards para redes sociais, disponibilizados para compartilhamento por entidades, outros tribunais, órgãos públicos e quaisquer interessados.

80 anos da CLT

Os 80 anos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), completados no dia 1º de maio, também foram lembrados pela presidente do Supremo. A ministra Rosa Weber ressaltou que a CLT, sua companheira diária de trabalho ao longo de 35 anos, há de ser reverenciada enquanto “monumento legislativo ímpar” que nestes 80 anos de vida demonstrou uma enorme resiliência e tem, na verdade, prestado um tratamento excelente no exame dos conflitos entre capital e trabalho. Hoje à noite, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) realiza sessão extraordinária em comemoração à data.

Bicentenário

Ainda no início da sessão, a ministra Rosa Weber também registrou que no dia 3 de maio é comemorado bicentenário de instalação da 1ª Assembleia Constituinte – 1823. Segundo a presidente do Supremo, essas celebrações se revelam extremamente significativas na medida em que, olhando o passado, é possível compreender o presente e melhor nos preparar para o futuro. “O povo que não tem memória não tem história”, ressaltou. Para ela, “é preciso que cultuemos a memória das nossas instituições democráticas, que cultivemos a democracia para vê-la cada dia mais forte, cada dia mais inabalada”.

EC/VP

Fonte: STF