08/03/2014 07h20
A velha Unidade de Resgate do 2º SGB voltou a apresentar problemas mecânico e está parada.
Agazetanews
Com a desgastada UR (Unidade de Resgate) parada no quartel com problemas mecânicos, o Corpo de Bombeiros de Amambai passou a atender as ocorrências de carro de passeio, ou seja, praticamente a pé, já que no veículo não tem como transportar as vítimas.
No decorrer dessa sexta-feira, 7 de março, foram registrados quatro acidentes em Amambai.
Em dois deles registrados durante o dia, um envolvendo choque entre carro e moto e outro o atropelamento de uma criança, porém todos sem maiores gravidades, os militares realizaram o atendimento normalmente, já que a Unidade de Resgate ainda estava funcionando.
Porém ao serem acionados para atender outros dois acidentes, também envolvendo carro e moto e ocorrido quase que simultaneamente, entre as 19h15 e 19h30 na região central da cidade, a Unidade de Resgate não quis mais funcionar.
Sem ter como realizar a remoção das vítimas para o hospital, os bombeiros apenas realizaram o atendimento emergencial no local.
Por sorte nos dois acidentes ocorridos no recorrer da noite dessa sexta não houveram vítimas com maiores gravidades.
Em pelo menos um dos casos, o motociclista foi socorrido por uma ambulância da Prefeitura de Amambai.
Promessa não cumprida
Durante uma visita ao 2º Subgrupamento em Amambai no ano passado, o Comando Geral do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul salientou que o Governo do Estado estaria licitando novas Unidades de Resgates e uma dessas viaturas seria destinada ao quartel de Amambai, que além da cidade sede, também atende aos municípios de Tacuru, Sete Quedas, Paranhos e Coronel Sapucaia.
A licitação foi realizada, as viaturas foram compradas, uma UR nova foi repassada ao Grupamento Bombeiros de Ponta Porã, mas nenhuma foi destinada a Amambai conforme foi prometido.
Diante das frequentes panes mecânicas das viaturas, principalmente a UR, da subunidade militar local, o promotor de justiça da 1ª Promotoria da Comarca de Amambai, Dr. Eteócles Brito Júnior, abriu procedimento visando obrigar o Estado a resolver o problema.



