Treinador não se incomoda com jejum do camisa 9, que passou em branco nos três primeiros jogos, e comenta também a situação de Marcelo: “Ele falou que travou (as costas)”
28/06/2018 06h20 – Globoesportes.com
- Pelo contexto da Copa do Mundo, a seleção brasileira passou bem pela primeira fase?
“Essa equipe criou expectativa alta porque arrebentou durante toda a fase de classififcação, nos amistosos e nos amistosos recentes. Só que ela vem para um Mundial, onde é um novo ciclo, um novo formato. Queria que arrebentasse como arrebentou no segundo tempo contra a Croácia, Áustria. Mas o Mundial tem uma característica diferente”.
As três entrevistas de véspera do jogo, em que disse algumas coisas que vieram a se confirmar
“É fácil acertar porque falei umas 15 coisas (risos). Obrigado pela pergunta, mas não é assim, não. Tem que acreditar num processo de equipe, de construção. Senão perde referência. Não consigo trabalhar assim. Tem que ter um mínimo de tempo para uma construção de uma equipe. Já vinha em uma etapa de classificação, de preparação de amistosos, mas é também do Mundial. Apressam-se etapas, mas não se pulam etapas”.
- Se o Douglas Costa não estivesse lesionado seria o titular?
“O ‘se’ não joga. E o ‘se’ eu não respondo. O Daniel Alves estaria aqui, aliás esteve com a gente hoje no hotel. Sobre o Firmino, eu disse em entrevista que uma equipe é feita de características diferentes, importâncias iguais. Foi decisivo em outros jogos. Me consome o fato. Mas eles têm a compreensão do valor. Daqui a pouco, em outro momento, jogando junto com Gabriel ou sem, o trabalho solidário de cada um. A permanência do Gabriel, que é o goleador da equipe”.
- É possível tirar 100% do time?
“Não tem jeito de tirar 100% de um time porque é desumano. Não é quantificável. O que eu procuro é desafiar os atletas a crescerem. Se atingiram determinado ponto, é desafiar para atingirem um nível maior. Não sei aonde essa equipe pode chegar. É um torneio curto, de características específicas”
- Sobre a união do time
“É um desafio muito grande. É o vigésimo quarto jogo. É muito pouco. Van Basten, quando nos reunimos, fez uma observação que é própria do atleta. Ele ia sugerir que, a cada convocação, ficassem quatro jogos com o técnico. Fui parabenizá-lo. Se fossem três, já ia ajudar um monte, porque tu tem tempo de conhecer o atleta, tempo de treinamento, de estabelecer links. Consegue estabelecer equipe e também as mudanças dela. Ideia de futebol equilibrado. É desafiador. Em muitos momentos não dormi”.
- Pelo contexto da Copa do Mundo, a seleção brasileira passou bem pela primeira fase?
“Essa equipe criou expectativa alta porque arrebentou durante toda a fase de classififcação, nos amistosos e nos amistosos recentes. Só que ela vem para um Mundial, onde é um novo ciclo, um novo formato. Queria que arrebentasse como arrebentou no segundo tempo contra a Croácia, Áustria. Mas o Mundial tem uma característica diferente”.
As três entrevistas de véspera do jogo, em que disse algumas coisas que vieram a se confirmar
“É fácil acertar porque falei umas 15 coisas (risos). Obrigado pela pergunta, mas não é assim, não. Tem que acreditar num processo de equipe, de construção. Senão perde referência. Não consigo trabalhar assim. Tem que ter um mínimo de tempo para uma construção de uma equipe. Já vinha em uma etapa de classificação, de preparação de amistosos, mas é também do Mundial. Apressam-se etapas, mas não se pulam etapas”.
- Se o Douglas Costa não estivesse lesionado seria o titular?
“O ‘se’ não joga. E o ‘se’ eu não respondo. O Daniel Alves estaria aqui, aliás esteve com a gente hoje no hotel. Sobre o Firmino, eu disse em entrevista que uma equipe é feita de características diferentes, importâncias iguais. Foi decisivo em outros jogos. Me consome o fato. Mas eles têm a compreensão do valor. Daqui a pouco, em outro momento, jogando junto com Gabriel ou sem, o trabalho solidário de cada um. A permanência do Gabriel, que é o goleador da equipe”.
- É possível tirar 100% do time?
“Não tem jeito de tirar 100% de um time porque é desumano. Não é quantificável. O que eu procuro é desafiar os atletas a crescerem. Se atingiram determinado ponto, é desafiar para atingirem um nível maior. Não sei aonde essa equipe pode chegar. É um torneio curto, de características específicas”
- Sobre a união do time
“É um desafio muito grande. É o vigésimo quarto jogo. É muito pouco. Van Basten, quando nos reunimos, fez uma observação que é própria do atleta. Ele ia sugerir que, a cada convocação, ficassem quatro jogos com o técnico. Fui parabenizá-lo. Se fossem três, já ia ajudar um monte, porque tu tem tempo de conhecer o atleta, tempo de treinamento, de estabelecer links. Consegue estabelecer equipe e também as mudanças dela. Ideia de futebol equilibrado. É desafiador. Em muitos momentos não dormi”.
- Brasil é favorito claro com a eliminação da Alemanha?
“Expectativa. A gente não vive de expectativa, vive de realidade. De equipe que mentalmente suporta pressão, equilibrada, que tem peças de reposição para momentos importante. O Marcelo se machucou com dois minutos de jogo. Tem que ter uma equipe forte. Se não tiver essa preparação toda dos atletas, seguramente não teríamos esse desempenho. Essa situação é de vocês, de apostadores, mas não a nossa. A nossa é de busca de crescimento”.
- Sobre Neymar e Coutinho
“Tem uma série de atletas que vão decidir, vão ser protagonistas. O Gabriel Jesus, no seu primeiro jogo, foi protagonista contra o Equador. Paulinho, Marquinhos, em determinado momento jogando muito. Alisson contra a Argentina. Thiago Silva, Miranda, com regularidade muito grande. Assuntos de equipe eu não externo de forma pública”.
- Características de um jogo mata-mata
“Durante a minha carreira, fui tachado de tudo. No Rio Grande do Sul, de faceirinho. Depois, em outro momento, de retranqueiro. Mas tenho ideia bem clara de equilíbrio. Não posso ser eu o protagonista, não posso ter essa vaidade. Temos que ter sabedoria para ajustar peças. O Coutinho estava jogando muito do lado, aí veio para dentro e deixou um lado esquerdo forte. Diziam que eu era bom de mata-mata, mas não em pontos corridos. Mata-mata tem caráter emocional muito forte. Se puder resumir, a margem de erro diminui muito. O nível de concentração é altíssimo, não pode diminuir”.
- Pelo contexto da Copa do Mundo, a seleção brasileira passou bem pela primeira fase?
“Essa equipe criou expectativa alta porque arrebentou durante toda a fase de classififcação, nos amistosos e nos amistosos recentes. Só que ela vem para um Mundial, onde é um novo ciclo, um novo formato. Queria que arrebentasse como arrebentou no segundo tempo contra a Croácia, Áustria. Mas o Mundial tem uma característica diferente”.
As três entrevistas de véspera do jogo, em que disse algumas coisas que vieram a se confirmar
“É fácil acertar porque falei umas 15 coisas (risos). Obrigado pela pergunta, mas não é assim, não. Tem que acreditar num processo de equipe, de construção. Senão perde referência. Não consigo trabalhar assim. Tem que ter um mínimo de tempo para uma construção de uma equipe. Já vinha em uma etapa de classificação, de preparação de amistosos, mas é também do Mundial. Apressam-se etapas, mas não se pulam etapas”.
- Se o Douglas Costa não estivesse lesionado seria o titular?
“O ‘se’ não joga. E o ‘se’ eu não respondo. O Daniel Alves estaria aqui, aliás esteve com a gente hoje no hotel. Sobre o Firmino, eu disse em entrevista que uma equipe é feita de características diferentes, importâncias iguais. Foi decisivo em outros jogos. Me consome o fato. Mas eles têm a compreensão do valor. Daqui a pouco, em outro momento, jogando junto com Gabriel ou sem, o trabalho solidário de cada um. A permanência do Gabriel, que é o goleador da equipe”.
- É possível tirar 100% do time?
“Não tem jeito de tirar 100% de um time porque é desumano. Não é quantificável. O que eu procuro é desafiar os atletas a crescerem. Se atingiram determinado ponto, é desafiar para atingirem um nível maior. Não sei aonde essa equipe pode chegar. É um torneio curto, de características específicas”
- Sobre a união do time
“É um desafio muito grande. É o vigésimo quarto jogo. É muito pouco. Van Basten, quando nos reunimos, fez uma observação que é própria do atleta. Ele ia sugerir que, a cada convocação, ficassem quatro jogos com o técnico. Fui parabenizá-lo. Se fossem três, já ia ajudar um monte, porque tu tem tempo de conhecer o atleta, tempo de treinamento, de estabelecer links. Consegue estabelecer equipe e também as mudanças dela. Ideia de futebol equilibrado. É desafiador. Em muitos momentos não dormi”.



