01/05/2014 16h30
Marcelino é contra a saída do Ministério do Trabalho de Ponta Porã
“Já perdemos o IBAMA, agora querem tirar o posto de atendimento do Ministério do Trabalho”, não podemos aceitar afirmou o vereador.
Dora Nunes
O vereador Marcelino Nunes apresentou indicação solicitando a instalação de redutores de velocidade ou quebra-molas na Rua Mohamed Kalil Hazime, na Vila Dr Rezende. pois, de acordo com o vereador, os próprios moradores fizeram essa solicitação tendo em vista que nesta rua residem poucas famílias, mas tem varias crianças e os condutores de veículos trafegam em alta velocidade, não respeitando quando há pessoas na rua.
Durante a sua fala o vereador fez questão de frisar a saída de órgãos públicos federais que estavam funcionando em Ponta Porã e hoje não estão mais, tendo sido transferidos para a cidade de Dourados.
“O primeiro órgão a sair de Ponta Ponta foi o IBAMA, que ficava aqui bem próximo em um prédio histórico que fica 50 metros da Câmara, quando n´s fomos perceber o prédio já estava cedido ao INDA Terra, e a gente vai vendo que os políticos daquela cidade vão tirando um pedacinho de nossa cidade e a gente só se da conta com as coisas já aconteceram”, afirmou Marcelino.
O vereador Marcelino Nunes, professor Hugo da costa e Caio Augusto receberam uma reclamação de um usuário do Ministério do Trabalho que o mesmo estava com as suas portas fechadas em Ponta Porã. Os três vereadores foram até o local e chegando la no prédio onde funciona o Ministério do Trabalho se depararam com uma situação inusitada, no local o portão estava cadeado, um guarda da patrimonial e não deixava ninguém entrar, depois de se identificaram como vereadores, o senhor que estava dentro do prédio saiu para falar com eles.
Esse senhor que não se identificou aos vereadores, disse de imediato que o escritório do Ministério do Trabalho estaria fechado em Ponta Porã e seria levado para Dourados .
Ponta Porã está passando por um processo d industrialização e precisa a usar a delegacia do Ministério do Trabalho, e isso não vai mais acontecer, porque todas as pessoas da região de fronteira que utilizavam o escritório agora terão que ir para Dourados, tendo um custo maior ainda para receber esses atendimentos.
“Isso que está acontecendo é um processo que vai na contra-mão do processo de industrialização, e isso não podemos deixar acontecer, a pessoa, ou as pessoas que estão envolvidas neste processo de transferência deste escritório de Ponta Porã para Dourados, precisa saber que aqui em nossa cidade existe vereadores que vão lutar e defender os interesses de nossos trabalhadores, está na hora de deixar de ser bonzinho, vamos dar um basta nesta situação, a prefeitura tem que estar ao nosso lado e não deixar isso acontecer” disse Marcelino Nunes.


