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terça-feira, 2 de junho, 2026

MS avança no aleitamento e lei de Lia Nogueira reforça cuidado que começa no colo

Dados de 2026 colocam MS entre os melhores índices do país e reforçam a atualidade da lei de Lia Nogueira sobre cuidado, acolhimento e mamanalgesia

Mato Grosso do Sul alcançou, em 2026, um dos melhores índices de aleitamento materno exclusivo do país. Segundo dados do SISVAN divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde em maio deste ano, 64% das crianças menores de seis meses no Estado recebem exclusivamente leite materno, percentual acima da média nacional, de 57%. O resultado representa o 3º melhor desempenho do Brasil.

O dado reforça a importância de políticas públicas que valorizem a amamentação não apenas como alimento, mas também como cuidado, vínculo e proteção nos primeiros meses de vida.

Essa atenção à primeira infância também está presente na Lei 6.149 de 2023, de autoria da deputada estadual Lia Nogueira (PSDB), que instituiu em Mato Grosso do Sul a Semana de Conscientização e Incentivo à Mamanalgesia.

A prática consiste no uso do aleitamento materno para ajudar a reduzir dores e desconfortos em bebês durante procedimentos como vacinação, aplicação de medicamentos e coleta de sangue. Na rotina das famílias, uma orientação simples como essa pode tornar o atendimento mais acolhedor para a mãe e menos sofrido para a criança.

Para Lia Nogueira, os índices positivos do Estado mostram avanços importantes, mas também reforçam a necessidade de manter a informação chegando às mães e aos profissionais de saúde.

“O leite materno alimenta, protege e acolhe. Quando falamos em mamanalgesia, falamos de uma prática simples, mas que pode fazer diferença na vida do bebê e também na segurança da mãe durante o atendimento. É informação que vira cuidado na ponta”, afirmou a deputada.

A lei prevê ações de conscientização, campanhas educativas e debates com especialistas sobre os benefícios da mamanalgesia para mães, bebês e profissionais de saúde.

“Quando Mato Grosso do Sul aparece entre os melhores do país, nós temos motivos para comemorar. Mas também temos a responsabilidade de levar mais orientação e acolhimento às mães, aos bebês e aos profissionais de saúde. Cuidar da primeira infância começa nos detalhes”, destacou a parlamentar.

Fonte: Assessoria