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sexta-feira, 10 de julho, 2026

Lia Nogueira atua para aliviar superlotação na UPA de Dourados

Deputada foi acionada pela população, acompanhou a situação na unidade e articulou apoio para agilizar transferências de pacientes

A superlotação na UPA de Dourados voltou a expor a angústia de pacientes que aguardam transferência e de famílias que esperam por uma resposta. Após receber vídeos e relatos da população, a deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) esteve na unidade para acompanhar a situação de perto.

No local, a parlamentar encontrou pacientes à espera de vaga, alguns desde o dia 28 de junho. Segundo Lia Nogueira, pelo menos 40 pessoas aguardavam transferência, em um cenário que também pressiona o Hospital da Vida e outras unidades da rede.

“Fomos chamados pela população e viemos constatar a situação. Mais do que ver a superlotação, era preciso buscar caminhos para ajudar esses pacientes e tentar desafogar a UPA e o Hospital da Vida”, afirmou.

Durante a visita, Lia Nogueira também se reuniu com a coordenação da UPA para entender os principais gargalos e, junto com a equipe, construir encaminhamentos possíveis diante da situação enfrentada pela unidade.

A deputada entrou em contato com o secretário estadual de Saúde, Maurício Simões Corrêa. Segundo a parlamentar, ele explicou o funcionamento da regulação, hoje conduzida em nível estadual, e colocou a equipe técnica à disposição para orientar os encaminhamentos necessários e agilizar as transferências dentro dos protocolos do SUS.

Lia Nogueira também acionou a direção do Hospital SIAS, em Fátima do Sul, onde há parceria construída com o mandato. A unidade informou a disponibilidade de 20 leitos de retaguarda para casos clínicos de pacientes de Dourados, o que pode ajudar a reduzir a pressão sobre a UPA.

Esses pacientes poderão ser encaminhados para Fátima do Sul conforme avaliação e regulação, com transporte oferecido pelo município em horário comercial. Para Lia Nogueira, a medida representa um alívio importante, especialmente para casos que não exigem atendimento de alta complexidade, mas precisam de leito e acompanhamento adequado.

“São leitos de retaguarda que podem dar uma resposta para pacientes clínicos e ajudar a liberar espaço em Dourados. Tudo precisa seguir o protocolo do SUS, mas o nosso papel é acompanhar, cobrar e ajudar a encontrar soluções”, destacou Lia Nogueira.

A deputada reforçou que seguirá monitorando a situação junto à regulação estadual, à direção das unidades e aos municípios envolvidos. “A população não pode ficar sem resposta. Quem está em uma UPA superlotada precisa de cuidado, transferência no tempo certo e dignidade no atendimento”, concluiu.

Fonte: Assessoria