Cidades da Região Sul e do Bolsão de Mato Grosso do Sul devem ser afetadas, com previsão de tempestades e chuvas intensas.
Um ciclone extratropical e uma frente fria avançam sobre estados brasileiros, especialmente da Região Sul, neste sábado (25). Cidades da Região Sul e do Bolsão de Mato Grosso do Sul devem ser afetadas, com previsão de tempestades e chuvas intensas.
De acordo com o Climatempo, o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo devem ser os estados com alertas para temporais severos. Há previsão de até 100 milímetros de chuva, acompanhada por ventos de 60 a 100 km/h.
A passagem da frente fria oceânica no domingo (26) antecede a formação de um novo sistema frontal, acompanhado por um ciclone extratropical no litoral entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, na quarta-feira (29).
O que vai provocar a chuva intensa?
Conforme o portal, ao longo da última semana de julho, até a virada para agosto, várias situações meteorológicas vão atuar em conjunto para provocar muita chuva no Sul do Brasil:
- baixas pressões atmosféricas;
- passagem de frente fria de forma oceânica;
- formação de frente fria no interior do continente;
- formação de ciclone extratropical;
- tendência de circulação ciclônica dos ventos em torno de 5 km de altitude;
- corrente de vento quente e úmido vinda da Amazônia (jato de baixos níveis).
“A circulação de ventos em vários níveis da atmosfera sobre a região central da América do Sul vai manter uma área de baixa pressão atmosférica persistente sobre o norte da Argentina e o Paraguai, entre o domingo e a quarta-feira. Ao mesmo tempo, no domingo, uma frente fria passa pelo sul do Rio Grande do Sul, de forma oceânica”, pontua o Climatempo.
Tempestades em MS
Já o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um aviso de tempestade para 57 cidades de Mato Grosso do Sul, incluindo Campo Grande, Ponta Porã, Três Lagoas e Mundo Novo.
O aviso segue válido até as 23h59 deste sábado, com possibilidade de chuvas de 20 a 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia, ventos de até 60 km/h e queda de granizo.
Além disso, há baixo risco de corte no fornecimento de energia elétrica, queda de galhos de árvores e alagamentos em diversos pontos das cidades.
Fonte: Midiamax

