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segunda-feira, 19 de outubro, 2026

Combate à cefaleia: os gatilhos podem estar presente no seu dia a dia e você não sabe

De intensidade que varia de leve a grave, a cefaleia é qualquer dor de cabeça que o indivíduo possa sentir durante a vida

09/05/2019 13h50 – DN

De intensidade que varia de leve a grave, a cefaleia é qualquer dor de cabeça que o indivíduo possa sentir durante a vida. Normalmente, acomete toda a cabeça, é mais comum surgir no final da tarde e já é considerada pela Organização Mundial da Saúde como a sétima dor mais incapacitante do mundo¹. Para minimizar esse problema tão presente em nosso dia a dia, a médica especialista em dor Dra. Denise Katz (CRM 63548-SP), selecionou os principais fatores precipitantes da cefaleia e vai ensinar como evitá-los. Confira:

Não dormir o suficiente

Sabia que quando temos uma noite normal de sono é liberado um hormônio chamado melatonina, responsável por realizar a liberação de analgésicos naturais no nosso corpo. Se não descansamos o suficiente e esse analgésico natural não circular em nosso organismo é provável que se sinta dor de cabeça no dia seguinte.

Estresse, ansiedade e tensão são vilões da cefaleia

O processo do estresse no nosso corpo pode comprometer a circulação sanguínea normal e ocorrendo uma vasoconstrição sentimos dor de cabeça. Ansiedade, tensão, e irritações também são gatilhos para a dor.

Jejum prolongado pode causar dor de cabeça

Jejum por longos períodos abaixa os níveis de açúcar no sangue e também estimula o processo de vasoconstrição, que causa dor na cabeça. Por isso, mantenha sempre o seu corpo alimentado.

Alimentos podem causam dor, fique de olho!

Alimentos gordurosos e condimentados como chocolate, queijos gordurosos, embutidos, molhos e café podem interferir de maneira negativa no organismo e disparar o gatilho da dor. De forma oposta, alimentos ricos em ômega 3, como os peixes e frutas como banana, kiwi, morango, tangerina melhoram a circulação sanguínea e consequentemente a dor de cabeça.

“Se mesmo fugindo dos fatores precipitantes a cefaleia é recorrente, pode-se aliviar os sintomas com analgésicos à base de Ibuprofeno, como Alivium Cápsulas Líquidas. Caso a dor persistir por mais de 3 dias, não hesite e procure auxílio médico”, alerta a especialista.

Sobre Alivium

Alivium é um medicamento à base de Ibuprofeno, que apresenta ação analgésica e antitérmica, indicado para diminuição cefaleias, com recomendação nível A no tratamento de cefaleias e enxaqueca aguda, segundo o American Headache Society Evidence1. O medicamento ainda é efetivo no alívio de dores associadas a resfriados e gripes; dores musculares e tensionais e cólicas menstruais. Está disponível em diversas apresentações, para o público adulto – Alivium 400mg comprimidos revestidos e a nova versão Alivium 400mg cápsulas líquidas -, e para o público infantil – Alivium 100mg/mL Gotas (20mL), Alivium 50mg/mL Gotas (30mL) e Alivium 30mg/mL Suspensão com seringa dosadora (100mL) -. Maio/ 2019.

Dizeres legais: Alivium. Comprimido revestido. ibuprofeno 400mg. Indicações: para redução da febre e o alívio temporário de dores leves a moderadas tais como: dor de cabeça, dor de dente, dor muscular, dor na parte inferior das costas, dores relacionadas a problemas reumáticos não articulares e periarticulares, dores associadas a processos inflamatórios e/ou traumáticos e dores associadas a gripes e resfriados. Suspensão. ibuprofeno 30mg/mL. Suspensão gotas. ibuprofeno 50mg/mL e 100mg/mL. Indicações: para redução da febre e para o alívio de dores, tais como: dores decorrentes de gripes e resfriados, dor de garganta, dor de cabeça, dor de dente, dor nas costas, cólicas menstruais e dores musculares. MS 1.7817.0807. Cápsula mole. Ibuprofeno 400mg. Indicações: para alívio temporário da febre e de dores de leve a moderada intensidade como: dor de cabeça, dor nas costas, dor muscular, enxaqueca, cólica menstrual, de gripes e resfriados comuns, dor de artrite e dor de dente. MS 1.7817.0826. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. Março/2019

Referência consultada:

  1. Wannamacher L, Ferreira MBC. Enxaqueca: mal antigo com roupagem nova. Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde – Brasil. Boletim: Uso racional de medicamentos. Brasiliza, junho de 2004. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/HSE_URM_ENX_0704.pdf. Acesso: março, 2018.