Os nômades digitais são pessoas que pulam de cidade em cidade, país em país, trabalhando na internet
02/01/2020 21h10 – DN
O avanço da internet e sua popularização foi uma enorme disrupção nas mais diversas áreas, inclusive na forma como as pessoas trabalham e ganham seu sustento. Uma das possibilidades que mais ganharam tração nos últimos anos foi a possibilidade de ser um nômade digital.
Esse termo ainda vale uma explicação: os nômades digitais são pessoas que pulam de cidade em cidade, país em país, trabalhando na internet e vivendo experiências que antes só eram possíveis ao fazer turismo.
Não faltam relatos na internet sobre pessoas que já viveram nos mais diversos países sem precisar trocar de trabalho e com isso conheceram novas culturas, pessoas e tiveram experiências incríveis.
Neste texto nós vamos abordar especificamente quais são as profissões que melhor permitem essa vida. Afinal, se você for um médico, é muito mais difícil conseguir ser um nômade digital, por causa de legislações, possibilidades de emprego para estrangeiros e outros fatores.
Para ter uma profissão que permita esse tipo de mobilidade, é necessário:
• Atuar em áreas que não tem grandes regulamentações
• Possibilidade de fazer todo seu trabalho de forma remota (daí o digital)
• Ter clientes ou chefes que permitam você não ter que “bater ponto”
E aí entram mais diversas plataformas que podem ser geradoras de renda, como Upwork, Fiverr e até sites como IQ Option, Sportingbet e a rede social Linkedin. Curioso?
Artistas e profissionais criativos
Profissões liberais são perfeitas para quem é um nômade digital. O nível de flexibilidade é muito maior e tendo a criatividade como motor da indústria, pouco importa se você tem ela em Bali, na Indonésia, no meio da Floresta Amazônica ou em São Paulo.
É muito comum ver artistas explorando essa forma de vida, especialmente os ligados ao meio digital. Aí podem ser incluídos YouTubers, editores de vídeo e áudio, redatores de textos para internet, fotógrafos, cinegrafistas e a lista segue.
Como é um assunto fascinante e que ganha cada vez mais destaque, é comum que nômades digitais ganhem dinheiro explicando… como são nômades digitais.
Preços de hospedagem, receptividade do povo local, onde comer, beber, se divertir, vistos necessários, tudo isso é informação vital e nada melhor que quem explique é quem esteja passando pelo perrengue.
Esses profissionais não só podem ter um trabalho fixo em uma empresa que permita que o funcionário esteja onde quiser ou então conseguem trabalhos pontuais em sites de freelancers como Upwork e Fiverr ou a rede de profissionais LinkedIn.
Investidores de todo gênero
Claro que o normal ao saber que uma pessoa morou na França por três meses, na Áustralia por seis meses e no México por mais três é pensar que a pessoa está montada na grana. Sim, é verdade, mas também tem pessoas que trabalharam por todo esse ano nos três países e moraram em um quarto com banheiro, em vez de pagar por um aluguel em grande cidade para morar por anos.
Esse é o modo mais “raíz”, mas claro que tem o mais “Nutella”. Muitos investidores conseguem levar uma vida de nômade digital, já que você pode analisar mercados, gráficos e indicadores econômicos de qualquer lugar do mundo e ainda conhecer melhor, por exemplo, as bolsas de outros lugares.
É interessante citar que assim como nômades digitais são disruptores, é comum que eles também invistam em possibilidades disruptivas. Há muitas pessoas que se sustentam com seus ganhos negociando Bitcoins, que passaram por uma imensa valorização nos últimos anos. O mesmo serve para opções binárias, negociáveis por uma plataforma como a IQ Option.
Há ainda traders esportivos que fazem o mesmo. Usando plataformas como a 1xBet ou a citada Sportingbet, eles ficam de olho em jogos do mundo inteiro e estudam as partidas, jogadores e campeonatos como um investidor da bolsa estuda balanços e CEOs. É realmente um novo mundo.
Programadores
Mais digital que um programador é difícil encontrar. Programadores e seus códigos podem trabalhar deitados na praia, dentro de um escritório escuro ou em um café no Japão.
Claro que isso não quer dizer que não exista uma estrutura e empresas que tem exigências. Só que a possibilidade de trabalhar com freelancers que cumprem metas e não precisam estar em um espaço físico é muito maior que por exemplo uma agência de publicidade.
A tendência do mercado é cada vez mais trabalhar por projetos e ter profissionais desenhados para entender a ideia, cumprir as metas e seguir para o próximo projeto. Isso se aplica perfeitamente à programação, seja o projeto criar um app, desenhar um site do zero, consertar bugs ou outra atividade.


