03/03/2017 23h
Azambuja fez compromisso de implantar o anel rodoviário de Ponta Porã.
Por: Tião Prado
Aconteceu na noite de sexta-feira (3), no tatersal de leilões do Parque de Exposições Alcindo Pereira, a abertura da 43º Exporã, Exposição Agropecuária de Ponta Porã. Fizeram parte da mesa de autoridades, o presidente do Sindicato Rural, advogado André Cardinal Quintino; arquiteto Hélio Peluffo Filho, prefeito municipal; Mauricio Saito, presidente da FAMASUL; Reinaldo Azambuja, governador de Mato Grosso do Sul; Otaviano Cardoso, vereador e presidente da Câmara Municipal; Tereza Cristina Correa da Costa, deputada Federal; Flávio Kayatt, deputado Estadual; coronel de Cavalaria Abelardo Prisco de Souza Neto, comandante do 11º RC Mec; Coronel Valdir Ribeiro Acosta, comandante da Policia Militar do estado; Tenente Coronel Valdomiro Centurion, comandante do 4º BPM e o pecuarista Eulálio Gomes, presidente da Associação Rural de Pedro Juan Caballero.
Logo após a abertura oficial da festa, a diretoria do Sindicato prestou homenagens ao produtor rural Luis Mendes Prates, coronel PM da reserva Adib Massa, ex-comandante do DOF, que foi representado pelo Secretario de Segurança José Carlos Barbosa e ao radialista Jarbas, pelos seus 40 anos de trabalho.
Ao fazer uso da palavra, o presidente do Sindicato advogado André Cardinal, fez um agradecimento aos diretores e funcionários do sindicato pelo trabalho desenvolvido até agora, falou da programação de eventos e agradeceu a todos os expositores por acreditarem mais uma vez no trabalho da diretoria.
O prefeito Hélio Peluffo Filho lembrou que a sua administração esta completando pouco mais de 60 dias de trabalho e apesar das dificuldades em que passa o país, estado e também os municípios, a prefeitura esta fazendo a sua parte em ajudar dentro das possibilidades, este grande evento.
“Eu sabedor que sou, sei que se hoje o município se encontra em uma situação ainda administrável, se deve a classe dos produtores rurais e a estes produtores devemos a nossa dedicação para dar o mínimo de condições para que eles possam escoar a sua safra”, disse Hélio Peluffo.
Hélio Peluffo fez questão de em público, pedir desculpas a todos os produtores porque a administração municipal falhou com todos nos quatro anos anteriores por não oferecer condições para que eles pudessem tirar de suas áreas a riqueza que sustenta o município e fez um compromisso com os produtores de que na próxima safra todos serão atendidos com maior zelo, dedicação e com o respeito que merecem, ressaltando que tal fato acontecerá em uma parceria junto com o governador, através da Agesul, para recuperar todas as estradas vicinais do município até a safra de julho.
O governador Reinaldo Azambuja falou em primeiro lugar da importância das feiras agropecuárias e da pujança do setor produtivo uma vez que o Brasil colhe este ano a maior safra de sua história, num montante de 220 milhões de toneladas. “Mato Grosso do Sul, colhe a maior safra de sua história, devemos ultrapassar os 8 milhões de toneladas, isso mostra a força e o avanço que teve a tecnologia no setor produtivo”, lembrou o governador.
O governador falou a respeito das parcerias que o estado esta fazendo com as prefeituras para que a maioria das estradas rurais sejam recuperadas e possam ajudar os produtores a escoar a safra.
“Com relação ao anel rodoviário de Ponta Porã, vocês definam o traçado que o governo do estado vai fazer um projeto e fazer a licitação e obra para que vocês possam tirar o tráfego pesado dos caminhões e carretas de dentro da cidade, isso é importante para dar segurança a população de Ponta Porã”, afirmou o governador Reinaldo Azambuja.
Azambuja também falou a respeito da recuperação das rodovias Amambai/Carapó, Amambai/Aral Moreira, Amambai/Coronel Sapucaia,Antonio João / Bela Vista, lembrando que estas vão passar um processo de recapeamento para recuperar a estrutura viária da região.
A rodovia que liga Copo Sujo a Antonio João e que liga do entroncamento de Cabeceira do Apa a Guia Lopes da Laguna também foi lembrada. Falou ainda acerca da rota para o Porto de Porto Murtinho, sendo que através das águas do Rio Paraguai, possam escoar a produção para fortalecer este modal hidroviário que é o mais barato e precisa de ser aproveitado da melhor maneira possível.



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