09/03/2016 14h10
Grupos fazem ´trotes´ já proibidos no Brasil no centro da cidade, desrespeitam leis praticando abusos
A farra não é de hoje que acontece no centro de Ponta Porã. Enquanto no Brasil as universidades praticamente aboliram os trotes para receber seus novos estudantes, em Ponta Porã o que se vê é uma verdadeira transgressão às Leis vigentes no país e um total desrespeito por parte de universitários que fazem pouco caso de tudo, atacam nos semáforos pedindo dinheiro para suas festas. Não foi a primeira vez que isso ocorreu, como ontem, desde o início do ano esse tipo de procedimento vem sendo registrado, período em que as universidades recebem os alunos.
A situação perdura ainda nos finais de semana, onde esses estudantes – a maioria oriunda de outras regiões do Estado e país – fazem de Ponta Porã o que querem ferindo totalmente as regras. Muitos residem em Pedro Juan Caballero, onde frequentam as universidades, mas como em Pedro Juan Caballero a polícia age com rigor para delitos como baderna e outras algazarras, esses grupos atravessam a linha internacional e escolheram a avenida Brasil e a rua Tiradentes para seus ´deleites´ aos finais de semana, quando praticam seus atos nada exemplares.
Ontem pela manhã, foi mais um ato desses que tirou a tranquilidade de um lado e a correria de outro de quem está trabalhando. Universitários utilizando marcas das suas universidades, voltaram a se aglomerar na esquina da avenida Brasil com a rua 7 de Setembro e passaram praticamente quase toda a manhã pedindo “esmolas” aos motoristas. Um verdadeiro absurdo e falta de respeito com a sociedade local, já que não possuem licença para tal atitude que necessita previamente de uma licença especial para a realização desses atos.
O som em alto volume atrapalhava quem trabalhava nas proximidades. Esse tipo de ato também acontece em outros cruzamentos da cidade onde existem semáforos. Ontem, a Polícia Militar e a Guarda Civil Municipal foram acionados por populares e trabalhadores das proximidades onde a baderna ocorria para coibir a ação, mas as tentativas foram em vão.
Fonte: Jornal Regional



