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domingo, 18 de outubro, 2026

Amambaiense é presa por integrar “quartel do tráfico” em Dourados

07/08/2014 12h00

A amambaiense Geovana Ajala, de 20 anos foi presa em junho desse ano sob acusação de envolvimento com tráfico de drogas

A Gazetanews

Geovana Neves Ajala, de 20 anos, moradora no Conjunto Habitacional Caiuás, em Amambai, foi presa na noite dessa quarta-feira, 6 de agosto, por equipes da DEFRON (Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes de Fronteira) sob acusação de integrar um “Quartel General” do tráfico de drogas com base no Jardim Canaã III, em Dourados.

Durante a operação, que segundo a polícia resultou na prisão de mais três pessoas, Géssica Souza Silva, 22, residente no Jardim Colibri, Dionatan Cerqueira de Oliveira, 21, residente no Jardim Flórida e do proprietário da casa onde funcionava o suposto “QG”, Anderson Geraldo Dias Camargo, 34 anos, também foram apreendidos 209 quilos de maconha.

Um Ford Focus, placas HHP-4574 de Palhoça (SC), um Opala Comodoro, placas NEI-1992 de Dourados e um GM Vectra, CNZ-5251, também de Dourados, acabaram apreendidos com o grupo.

Geovana Ajala havia sido presa em junho

Geovana Neves Ajala havia sido presa e autuada em flagrante pela Polícia Civil de Amambai no dia 18 de junho deste ano, também sob acusação de envolvimento com o tráfico de drogas, mas acabou solta dias depois pelo Poder Judiciário local.

Na época a operação resultou na apreensão de 370 quilos de maconha, dois revólveres calibre 38, R$ 900 reais em dinheiro, três motocicletas, uma Honda 600 RR, cor laranja, placa JJQ 7028 de Novo Oriente-CE, uma Honda 1000cc avaliada em R$ 40 mil reais cada, uma Honda Biz cor vermelha, placa de Amambai-MS, uma Saveiro cor azul, placas de Dourados-MS e dois veículos modelo Pálio, um cor prata, placas DXC 3052 de Blumenau-SC e outro de cor branca, placas CNO 6671 de Campo Grande-MS, onde a droga estava carregada e pronta para seguir viagem, segundo a Polícia Civil local e na prisão em flagrante de Geovana e mais três pessoas. Apenas uma delas continua presa.

De acordo com o delegado que comandou as investigações e a operação policial na época, Dr. Mikaill Faria, todo o esquema era chefiado pelo marido de Geovana Ajala, o ex-detento Jean Carlo Miiller Hollandini, o “Xana”, que já tinha cumprido pena por tráfico de drogas. Ele conseguiu escapar do cerco policial e está foragido.

Foto: Vilson Nascimento