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11/06/2018 08h50 – Midiamax
Durante todo o processo de investigação, que contou com promotores do Gaeco e também informações repassadas pela Corregedoria da PM, descobriu-se um rol de pouco mais de 20 policiais que recebiam propina de até R$ 100 mil mensais para fazer “vista grossa” ao cigarro contrabandeado.
Desse grupo, alguns se destacavam, seja por ter um patrimônio financeiro muito maior do que os salários da corporação pudessem custear, ou então por se mostrarem com boa influência nos atos administrativos da corporação, como é o caso das transferências.
A carreta estava carregada com 922 caixas de cigarros, contrabandeadas do Paraguai e foi apreendida e encaminhada à delegacia da Receita Federal em Ponta Porã. A PMA mantém uma equipe em diligências no local, na tentativa de prender o contrabandista.
Mesmo com o trabalho da PMA ser voltado mais para aos crimes ambientais, é frequente o serviço de apreensão o em flagrante de drogas e cigarros feita pela Polícia Militar Ambiental.
A apreensão acontece a menos de um mês operação Oiketikus que investigou o envolvimento de policiais militares com a “máfia dos cigarreiros”, esquema investigado há mais de 1 ano pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e que prendeu de 21 militares.
Durante todo o processo de investigação, que contou com promotores do Gaeco e também informações repassadas pela Corregedoria da PM, descobriu-se um rol de pouco mais de 20 policiais que recebiam propina de até R$ 100 mil mensais para fazer “vista grossa” ao cigarro contrabandeado.
Desse grupo, alguns se destacavam, seja por ter um patrimônio financeiro muito maior do que os salários da corporação pudessem custear, ou então por se mostrarem com boa influência nos atos administrativos da corporação, como é o caso das transferências.


