04/07/2017 15h20
As duas substâncias são bem distintas
Revista glamour
Muita gente ainda confunde o botox e o ácido hialurônico, o famoso preenchimento — já que ambos têm função (não exclusivamente, afinal o botox é um aliado para o tratamento da enxaqueca, por exemplo) estética.
No entanto, as duas substâncias são bem distintas: enquanto o botox paralisa o músculo e previne a formação de ruga, o ácido repõe o volume perdido na face, ou seja, a preenche.
A Glamour bateu um papo com o médico dermatologista André Braz e ajuda aqui a tirar todas as suas dúvidas sobre as diferenças entre eles:
Botox:
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É indicado para rugas dinâmicas, aquelas causadas por movimentos repetidos do músculo — como as que se formam junto ao sorriso, ou até os famosos pés de galinha, pelo apertar dos olhos.
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Botox também é utilizado para corrigir assimetrias faciais e, nestes casos, pode ser combinado ao ácido hialurônico, para obter um resultado mais natural.
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Os efeitos não são imediatos, podem levar até 15 dias para aparecer. A partir do quarto mês, no entanto, o efeito começa a se diluir progressivamente até que, no sexto mês, a eficácia se perdeu.
Ácido hialurônico:
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A substância existe naturalmente no corpo humano e é facilmente absorvida pelo organismo — o que transforma esta alternativa em uma opção mais segura do que a primeira.
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Apesar de uma aplicação durar, em média, dois anos, o efeito do ácido hialurônico nunca abandona totalmente o corpo, já que ele estimula a produção de colágeno pelo próprio organismo.
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Sua indicação? Como dissemos, preencher rugas e sulcos — aquelas sombras que você percebe no rosto em uma fotografia por exemplo. Elas são resultado da perda óssea e pela atrofia dos compartimentos de gordura. Ele também pode ser utilizado para dar o famoso “plump” labial, à la Kylie Jenner.
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Os efeitos são imediatos.
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Anda pensando em fazer um tratamento mais drástico, como uma cirurgia? Consulte seu médico, já que o preenchimento pode funcionar tanto como uma prévia quanto uma alternativa à ela.
Importante: Ambos os procedimentos são considerados minimamente invasivos: podem ser feitos em consultório médico e você poderá retomar suas atividades normais em seguida. As aplicações só podem ser realizadas por médicos, que levarão em consideração a quantidade de pele e perda de gordura facial da paciente.


