A campanha acontece em celebração ao Dia Mundial do Tatu, nesta quinta-feira (13).
O Programa de Conservação do Tatu-canastra está em busca de nomes para um tatu-canastra, recentemente capturado para monitoramento no Pantanal de Mato Grosso do Sul, que mede 1,54 metro e pesa 34 quilos. A campanha acontece em celebração ao Dia Mundial do Tatu, nesta quinta-feira (13).
O concurso concurso ‘Apadrinhe um Tatu-canastra’, uma iniciativa do ICAS (Instituto de Conservação de Animais Silvestres), segue com a participação aberta até o dia 18 de agosto. Para participar, é preciso seguir o perfil do projeto, curtir a publicação oficial e comentar o nome escolhido, acompanhado de uma justificativa. Crianças também podem participar enviando desenhos ou cartas com suas sugestões.
Andreia Nasser, bióloga e coordenadora de Educação Ambiental do ICAS, explica que a iniciativa busca aproximar as pessoas da conservação de uma maneira lúdica e participativa, especialmente o público infantil.
“Essa iniciativa tem como objetivo ampliar a sensibilização da sociedade, especialmente das crianças, sobre a importância do tatu-canastra e disseminar o conhecimento sobre a espécie. Ao convidarmos as pessoas a escolherem um nome e conhecerem a história de um animal que está sendo acompanhado pela nossa equipe, criamos uma conexão que vai além do concurso”.
“Queremos despertar a curiosidade, o interesse pela ciência e, principalmente, o desejo de conhecer e contribuir para a conservação da nossa biodiversidade”, explica Andreia.
Prêmio
O padrinho ou madrinha escolhido receberá um kit especial e poderá acompanhar a história do tatu-canastra por meio de conteúdos exclusivos produzidos pela equipe do ICAS. Entre eles estarão registros obtidos por armadilhas fotográficas, descobertas sobre seus movimentos e comportamento e histórias sobre o trabalho de pesquisa e conservação realizado em campo.
Aliás, o macho é o 50° tatu-canastra monitorado pelo instituto. Logo, dar um nome a ele permite que o participante acompanhe de perto o trabalho desenvolvido para conhecer e conservar a espécie.
De acordo com o ICAS, semanas antes da captura, as câmeras de monitoramento registraram ele interagindo com Amy, uma fêmea já acompanhada pelo projeto. Agora, com o GPS, a equipe vai descobrir os locais que da sua trajetória.






Fonte: Midiamax

