29/06/2016 15h10
Candinho pediu informações relativas ao projeto executivo e quem o efetuou; qual a empresa e responsável técnico; e qual a necessidade de 2 tubos menores ao lado do tubo principal.
O vereador Candinho Gabinio apresentou uma indicação, endereçada ao prefeito Ludimar Novais com cópia ao secretário de Obras, Mauro Vilhar, solicitando o envio ao Poder Legislativo, de informações sobre a execução da obra sobre o Rio São João Mirim, que está sendo realizada na Rua Cajamanga, Bairro Residencial Ponta Porã I.
Candinho pediu informações relativas ao projeto executivo e quem o efetuou; qual a empresa e responsável técnico; e qual a necessidade de 2 tubos menores ao lado do tubo principal.
Segundo o parlamentar, durante uma intensa chuva, a água do Rio São João Mirim passou por cima de toda a estrutura da obra, dando a impressão de que os tubos lá instalados não são suficientes para dar a vazão necessária em dias chuvosos.
ESTORIL
O vereador Candinho Gabinio também pediu para que a prefeitura realize os serviços de patrolamento, cascalhamento, compactação com moledos e limpeza das ruas no bairro Jardim Estoril.
O vereador justifica que “devido às constantes chuvas dos últimos dias, toda a terra e o cascalho foram arrastados pela enxurrada formando grandes valetas nas ruas, tornando impossível o trânsito de veículos e pedestres naquelas vias, isolando-os dos bairros que dão acesso ao centro da cidade.
Providências para combater a água que está vertendo em lotes do Assentamento Itamarati I
O vereador Candinho Gabinio também solicitou durante a sessão ordinária desta terça-feira, ao prefeito Ludimar Novais, e ao Coordenador Municipal de Defesa Civil, Mauro Camargo, providências para combater a água que está vertendo nos lotes 165 a 174 do Grupo Paranhos no Assentamento Itamarati I.
O vereador ressalta que “famílias já foram obrigadas a abandonarem seus lares em razão da água que esta vertendo dentro de suas residências. Em determinados pontos, a situação é tão agravante que já compromete algumas paredes das residências, que tem caído o reboco e apresentando rachaduras”.
Segundo ele, “a lama que se formou no quintal das residências obriga os moradores a fazerem um verdadeiro malabarismo para adentrarem em suas casas, comprometendo inclusive o plantio de suas roças e criação de animais”.
Assessoria da Câmara


