03/03/2016 07h50
Segundo o SIG, funcionário público e a esposa mantinham “boca-de-fumo” .
O funcionário público municipal Izaias Antunes da Silva, de 29 anos e sua esposa, Tacimara Aparecida Vieira de Souza, de 28 anos, moradores no Conjunto Habitacional Alcindo Franco Machado, foram presos pelo SIG (Setor de Investigação Geral) da Delegacia de Polícia Civil local, sob acusação de tráfico de drogas, em Amambai.
A operação que resultou na prisão do casal aconteceu na noite dessa terça-feira, dia 1º de março e contou com apoio da equipe de plantão na Delegacia de Amambai.
Segundo o SIG, os policiais chegaram até casal após iniciar um trabalho de investigação em atendimento a denúncias de moradores do conjunto habitacional que na casa de Izarias e Tacimara funcionada um ponto de venda de drogas, popularmente conhecido “boca-de-fumo”.
De acordo com a Polícia Civil, durante trabalho de monitoramento do local os investigadores detectaram uma grande movimentação de pessoas chegando e saindo na casa, sobretudo em finais de tarde e à noite.
Durante a ação dessa terça-feira, que resultou na prisão do casal, os policiais encontraram na residência aparelhos celulares sem procedência definida, R$ 283,00, a maior parte em valores miúdos, o que indicaria, segundo a polícia, que seria dinheiro da venda de drogas e porções da droga conhecida como crack, que já estava embaladas e, de acordo com o SIG, pronta para ser repassada aos usuários, além de rolos de papel alumínio, material normalmente usado para embalar o entorpecente.
Na Delegacia de Polícia Civil de Amambai o casal foi autuado em flagrante pelo delegado titular local, Dr. Mikaill Gouveia Faria, pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, mas Tacimara e Izarias acabaram soltos por determinação da Justiça.
Ao ser submetido a chamada “audiência de custódia” no Fórum de Amambai na tarde dessa quarta-feira, dia 2 de março, o casal, que segundo a polícia já teve passagem, mas por fatos sem maiores relevância como perturbação do sossego alheio e ameaça e ainda é réu primário, acabou solto pela Justiça que se baseou na legislação vigente para tomar tal decisão, e vai responder ao processo em liberdade, conforme determina a lei.
Fonte: Agazetanews



